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"Bem aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na Lei do Senhor. Bem aventurados os que guardam suas prescrições e o buscam de todo o coração; não praticam iniquidade e andam nos seus caminhos. Tu ordenaste os teus mandamentos, para que os cumpramos à risca. Tomara sejam firmes os meus passos, para que eu observe os teus preceitos." Salmos 119:1-5



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A importância da ressurreição de Cristo Jesus


Quando Paulo pregou o evangelho aos filósofos estóicos e epicureus em Atenas, eles acharam que o apóstolo estava falando de dois novos deuses, Jesus e Anastasis (vocábulo grego para ressurreição – Atos 17:18) – isto demonstra o quanto a ressurreição é importante.
A ressurreição de Jesus Cristo é tão importante para fé nele, que Paulo dizia que, “se Cristo não ressuscitou, então:
1.    É inútil a nossa pregação;
2.    Como é inútil a fé que vocês têm;
3.    Mais que isto, seremos considerados falsas testemunhas de Deus, pois contra ele testemunhamos que ressuscitou a Cristo dentre os mortos. Mas se de fato os mortos não ressuscitam, Ele também não ressuscitou a Cristo dentre os mortos...
4.    E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm,
5.    E ainda estão em seus pecados.
6.    Neste caso, também os que dormiram em Cristo estão perdidos.
7.    Se é somente para esta ida que temos esperança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de compaixão” (I Coríntios 15:14, 15ª, 17-19).
A ressurreição de também faz uma clara distinção entre Jesus e todos os líderes de outras religiões. O corpo de Moisés, de Maomé, de Buda, de Confúcio, de Lao-tsé e de Zoroastro sucumbiu nesta terra. O túmulo de Jesus está vazio, porque Ele ressuscitou.
A maior importância da ressurreição não está no passado – Cristo ressuscitou – mas no presente – Cristo está vivo. O anjo no túmulo perguntou para as mulheres “por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que vive?” (Lucas 24:5).
 Outro ponto que podemos levantar, é com relação a que tipo de corpo será o ressurreto, não é uma pergunta muito fácil de responder. O corpo ressurreto de Jesus obviamente tinha características bastante diferentes, porque os discípulos e seus amigos chegados não o reconheceram de imediato, mas o fizeram mais tarde.
Assim, podemos distinguir a ressurreição de algumas formas:
1.    O Cristo ressurreto não é um fantasma. Foi o que os apóstolos pensaram, ao que Jesus mostrou as marcas nas mãos e pés e comeu um peixe (Lucas 24:36-43). Jesus tinha um corpo, um espírito não.
2.    Não é uma reanimação. Vemos como exemplo Lázaro quando ressuscitado, pois era o mesmo corpo (João 11:44), a diferença é que todos os que ressuscitaram tiveram que morrer outra vez, Jesus não (Romanos 6:9).
3.    Não é uma espécie de encarnação. A reencarnação, como reanimação (supostamente) dá-nos apenas um novo corpo mortal. O corpo ressurreto de Jesus Cristo era imortal.
4.    C. S. Lewis em sua obra “Milagres” disse que os escritores do NT falam do evento como se o feito de Cristo ao ressuscitar dos mortos fosse o primeiro em toda história do universo. “Ele é as primícias dos que dormem”, o pioneiro da vida. Assim, Jesus abriu as portas para nós!
5.    A ressurreição é distinta da iluminação, do nirvana, do satori ou mocsa (libertação), ou seja, Jesus não virou outra pessoa ou mudou.
6.    É diferente também do translado u da assunção ao céu. Isto ocorreu com Enoque e Elias, talvez com Moíses (o corpo). Jesus não foi levado ao céu, mas primeiro ao reino dos mortos, anunciou sua vitória e depois voltou ao mundo dos vivos, à terra.
7.    Não foi uma visão a ressurreição. O Jesus ressurreto foi visto por muitos ao mesmo tempo, foi tocado e Cristo se alimentou à vista deles, ou seja, não foi algo da psique, e sim algo físico.
8.    Não era uma lenda.
9.    Também não é um mito. Mito ou uma lenda são relatos “simbolicamente” verdadeiros. O NT faz distinção explícita da ressurreição de Cristo, separando-a dos mitos e das lendas: “De fato, não seguimos fábulas engenhosamente inventadas, quando lhes falamos a respeito do poder e da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; ao contrário, nós fomos testemunhas oculares da sua majestade” (II Pedro 1:16).
10. Por último, a ressurreição não é algo só da fé, só no coração. Foi algo que aconteceu de forma literal.
Não tem como um grupo de homens leigos criar um história tão perfeita como esta (se o fora, então botaram no chinelo Shakespeare, Dante e Tolkien), outro ponto, que cito até um grande escritor chamado Pascal, é que bastava um dos seguidores de Cristo ter falado que tudo era mentira, uma conspiração, sabemos que o coração dos homens quando há o mal, sempre vem alguém para por a boca no trombone, ao que neste caso, não há um relato se quer de alguém que falou (entre os seguidores de Cristo) este ocorrido era uma conspiração dos seus discípulos.
Se a ressurreição também fosse uma mentira, bastava que os judeus mostrassem o corpo de Cristo, os romanos estavam do lado dos judeus que odiavam a Cristo, não iam entregar para os cristãos seu corpo.
Finalizo este artigo dizendo apenas que, mesmo com tudo que foi exposto, de nada vale se não tivermos fé! O que os céticos mais querem provar é que toda esta história de Jesus é uma mentira, então isto já me leva crer que se querem provar que é uma mentira, é porque até agora tudo é uma verdade!
Assim como Cristo ressuscitou, também seremos ressuscitados, esta é nossa esperança de vida com Ele.
Que Deus vos abençoe e permaneça na esperança.
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Jesus é Deus ou não?

Purgatório, existe ou não?
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O Fim dos tempos - Arrebatamento
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O fim dos tempos II (a era após o arrebatamento)
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

PEC 99/11 quer inserir associações religisosas na Constituição Federal com legitimidade para propor Ações de Inconstitucionalidade.


Desde que comecei a estudar na época de faculdade o direito constitucional, principalmente as entidades de classe que poderiam propor as ADI e ADC, que são as Ações Diretas de Inconstitucionalidade e Ações Diretas de Constitucionalidade, ou seja, ações que visam declarar a inconstitucionalidade ou a constitucionalidade de uma lei, sempre me perguntei por que ali não estavam inseridas as associações religiosas.
Ora, vemos um levante ditatorial ateísta, anarquista, esquerdista, homossexual, feminista, comunista e outros “ista” que tem se oposto a fé das pessoas, e isto digo não só da fé evangélica, mas todos tipos de fé.
Pois bem, vamos ao ponto então. Há uma PEC (Projeto de Emenda Constitucional) proposta pelo deputado federal evangélico João Campos (PSDB-GO) que tem como escopo a inclusão do inciso X no artigo 103 da Constituição Federal, onde se legitima quem pode propor as ADI e ADC.
Sendo aprovada, associações religiosas como a Batista, Presbiteriana, Católica, Judaica, Mulçumana e outras mais que possuem uma organização e são grandes, poderiam propor este tipo de ação visando a proteção de seus interesses contra leis que vão de contrário aos seus ideais.
Esta PEC 99/11 já tem sido alvo de muitas críticas por parte dos ateus, homossexuais, partidos de esquerda, grupos que desejam legalizar as drogas, legalizar o aborto e outros mais, sob o pretexto que tal emenda seria uma afronta a Constituição, pois iria ferir o Estado Laico.
Depois disto que foi exposto quero tecer meu pensamento e opinião sobre isto, que ao meu ver é algo de extrema importância para a construção de um país melhor, não estarei apenas dando minha opinião como pastor, mas também como jurista.
Há um conceito muito errado entre Estado Laico e Liberdade de crença, bem como de livre manifestação do pensamento.
É preciso dizer para os grupos contrários a esta PEC, que os dogmas de uma fé, ou seus mandamentos, não estão ligados somente ao mundo espiritual. Toda religião tem sempre ordenanças a serem seguidas, englobando também ordenanças a nível cível, social, moral, penal, familiar e pessoal.
Pegando como exemplo a bíblia, lá encontramos formas de conduta que também estão inseridas em nossa constituição, tais como a proteção e valorização da entidade familiar, a assistência social, o cuidado com os idosos e carentes, valorização da vida, da saúde, segurança, trabalho e etc.
Com isto já deu para perceber que as entidades religiosas de grande alcance, não pode ficar de fora deste bojo na construção de um país democrático de direito, pelo contrário, permanecendo da forma que esta, jamais será construído uma sociedade com direitos iguais.
Se aprovada, não interfira em nada no estado laico, pois o que esta PEC está pedindo não é uma teocracia, mas sim uma possibilidade de defender-se no que acredita se baseando nos seus ideais religiosos que estão equiparados com a Constituição, ou seja, nos valores já mencionados que estão tanto nos livros de fé como na constituição.
O maior medo dos que são contrários a ela, é que sabem que está onda de inconstitucionalidade pode ser freada caso seja aprovada!
Por exemplo, com o entendimento do STF sobre a união civil homo afetiva, colocando-a como uma entidade familiar, igualando-a como a união estável entre homem e mulher, o que pela Constituição pode ser convertido em casamento a qualquer momento. Tal feito se mostra inconstitucional, pois a CF em seu artigo 226 § 3º só reconhece como união estável entre homem e mulher e o § 5º só conhece casamento entre homem e mulher, bem como o artigo 1.565 do Código Civil.
Não vimos ninguém defendendo a Constituição nesta área, ao que também nós como cidadãos brasileiros, membros de denominações que estão em todo o país não temos como nem mesmo debater isto.
Desta forma, estes grupos que querem legalizar drogas, aborto, casamento homossexual ou impor regalias a esta classe de gente, onde tem privilégios acima dos demais, conseguiram o que querem, pois o congresso nacional está parado, aquilo que querem aprovar, mas por medo da enorme opinião pública não o fazem, jogam para o STF e lá é aprovado estas afrontas a Constituição Federal!
MAS, caso seja aprovado em definitivo esta PEC, estes mesmos grupos temem por serem derrotados em suas intenções, pois terá contra si um grupo que priva pela moral e pelos bons costumes.
É notório mais uma vez dizer que em nada afronta a forma laica de governo, pois não está se falando de fé, mas daquilo que é um bem comum na CF como na religião das pessoas.
Posso dizer que ninguém está aqui para privar ninguém de fazer nada, apenas queremos ter um instrumento para contra argumentar aquilo que não concordamos sem ferir o estado laico.
O que há de errado em defender as bases da família? Da vida de um feto? Dos jovens contra as drogas? Do respeito? Da segurança? Isto como já falado, é defendido nas Igrejas e também pelo Estado, o que queremos como entidades, é apenas exercer a cidadania naquilo que pode ferir nosso direito, ao ferir as leis do nosso país também.
Finalizando, não sou a favor de envolver Igreja em política, porém se cidadania atinge todas as esferas, inclusive a Igreja e seus membros, como Paulo usou além da fé, a cidadania para se defender também (Atos 23:26-35 e capítulos 24 ao 27), o mesmo devemos fazer.
Que Deus abençoe o nosso país e zele por ele.
Obs.: A tramitação da PEC terá a admissibilidade analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, será analisada por uma comissão especial a ser criada para esse fim. Depois, seguirá para o Plenário, onde precisará ser votada em dois turnos e ser aprovada por 3/5 dos deputados.

Artigo relacionado com o tema:

A esquerda contra a Igreja e a Bíblia
http://templojovemvirtual.blogspot.com/2011/07/deputados-do-pt-e-psol-se-levantando.html

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domingo, 15 de janeiro de 2012

Segundo pesquisador, projeto da Torre de Babel foi inscrito em uma pedra.


Especialistas que analisaram uma inscrição de 2.600 anos dizem que ela é uma espécie de placa comemorativa da inauguração da Torre de Babel, com detalhes do projeto celebrizado pela Bíblia.
A conclusão está num novo livro de título indigesto, "Cuneiform Royal Inscriptions and Related Texts in the Schoyen Collection" ("Inscrições Reais em Cuneiforme e Textos Relacionados da Coleção Schoyen").



Martin Schoyen é um empresário norueguês, dono de uma coleção de antiguidades que inclui, entre outras coisas, inscrições em cuneiforme (difícil sistema de escrita do antigo Oriente Médio) feitas a mando dos reis da Mesopotâmia, no atual Iraque. 

Entre essas inscrições está a estela --essencialmente um poste de pedra-- erigida quando Nabucodonosor 2º governava a Babilônia, entre 605 a.C. e 562 a.C. Coberta com textos e desenhos, a estela relata a construção de uma obra que, se fosse egípcia, teria porte faraônico. 

TERRA E CÉU
Seu nome era Etemenanki. Em sumério, idioma que já era arcaico nos tempos de Nabucodonosor 2º, a palavra significa "templo das fundações da terra e do céu". E o rei da Babilônia carrega nas tintas propagandísticas ao descrever como construiu a estrutura, cuja altura, segundo relatos posteriores, chegava a mais de 90 m. 

"[Para construí-la] mobilizei todos em todo lugar, cada um dos governantes que alcançaram a grandeza entre todos os povos do mundo. Preenchi a base para fazer um terraço elevado. As estruturas construí com betume e tijolo. Completei-a erguendo seu topo até o céu, fazendo-a brilhar como o Sol", diz a inscrição na pedra. 

O templo era dedicado ao deus Marduk, patrono da dinastia de Nabucodonosor. 

ZIGURATE
A estrutura, que lembra um pouco uma pirâmide com degraus, encaixa-se na categoria dos zigurates, comum na arquitetura dos templos da antiga Mesopotâmia. 

A equipe liderada por Andrew George, especialista em babilônio do University College de Londres, publicou pela primeira vez a descrição detalhada da estela no livro.
Para eles, a probabilidade de que o zigurate gigante tenha sido a inspiração para o relato bíblico da Torre de Babel é considerável. Para começar, já se sabia que "Babel" ("A Porta do Deus") é apenas o nome dado pelos antigos hebreus à Babilônia. 

Em segundo lugar, foi Nabucodonosor 2º o responsável por destruir o último reino israelita independente, o de Judá, arrasando o templo de Jerusalém e deportando milhares de pessoas da terra de Israel para a Babilônia no ano 586 a.C. 

Os deportados israelitas, portanto, teriam tido a chance de ver de perto a maior das obras de seu opressor, justamente no período em que, segundo a maior parte dos estudiosos atuais, o texto da Bíblia estava sendo editado e consolidado no exílio. 

A inspiração para a história do rei que tentou construir uma torre até o céu, portanto, teria vindo nessa época. 

Se a hipótese de George e seus colegas estiver correta, a imagem na estela é a mais antiga representação da Torre de Babel, que acabaria inspirando inúmeros artistas da Idade Média até hoje. Uma identificação definitiva, contudo, é difícil de provar sem evidências mais diretas.

Fonte: Folha.com



Comentário do blog: Para quem gosta de arqueologia bíblica ou é meio cético com as escrituras, eis aí "mais" uma das provas do que está escrito, pode ser além de uma fonte espiritual, também uma fonte histórica.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Devemos guardar o sábado ou o sétimo dia?


Aqui está a grande diferença do conceito de sábado de Moisés para o sábado de Cristo.
O Senhor Deus no quarto mandamento nos mandou lembrarmo-nos de guardar ou observar o sábado, não fazendo obra, melhor dizendo, não trabalhando, mas em pelo menos um dia da semana devemos estar nos consagrando à Ele, nos reunindo para adorar, pondo nele nosso descanso.
Ora, podemos então ver que tal mandamento também é um bom mandamento para os crentes atuais, pois todos devemos tirar um dia de descanso e aproveitar para nos consagrar ao Senhor nele também, nos reunindo em louvor, adoração e meditação em sua palavra.
Até aqui tudo bem, porém a discrepância está na diferencia do conceito de sétimo dia para descanso.
A palavra “sábado” vem do hebraico “shabat” que significa descanso. Note que isto não significa que devemos observar (falo isto para os crentes em Jesus) o sétimo dia agora na Nova Aliança.
Devemos observar o nosso descanso, que é Cristo Jesus, pois Ele mesmo falou “vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e apreidei de mim, que sou manso e humilde de coração e encontrarei descanso para vossa alma” (Mateus 11:28-29).
Note que sétimo dia é uma coisa e o sábado, o descanso em Deus é outra!
A observância do sábado vinculado com o sétimo dia veio ligada com a Lei mosaica, ao que antes disto, o povo de Deus não separava-se no sétimo dia, nem os patriarcas.
Vemos que este mandamento foi dado por Deus à Moisés ao se referir na criação que Deus escolheu o sétimo dia para descansar. Então o sábado deveria coincidir com o dia sete.
Porém com Cristo, nos foi dada a revelação completa do significado deste descanso.
A guarda do sétimo dia foi abolida com a graça de Cristo, ao que a observância do sábado saiu das “sombras da antiga aliança” foi nos deu a real definição dele.
Veja que Jesus disse com relação ao sétimo dia: João 5:16-18 o Senhor Jesus disse que Deus trabalhava no sétimo dia da semana e por isto ele também trabalhava. O texto também ressalta que Jesus quebrava o sábado (não observava o dia sétimo).
Há os que falam que Cristo nesta ocasião não estava quebrando o sábado, pois estava fazendo o bem, curando.
Porém Mateus 12:1-14 vai mais além, pois ali vemos Jesus e seus discípulos quebrando literalmente o ordenado ao colherem alimentos, laborando para seu sustento nas searas.
Sendo que também criticou os fariseus ao dizer que ninguém guardava o sábado da forma que eles queriam, nem eles mesmos.
Ao final, ele diz que é Senhor do sábado, ou seja, pode mudar a forma como se observa e isto ele o fez, pois no sábado não precisamos nos privar de afazeres, desde que viemos a entender a misericórdia de Deus, estarmos dispostos a fazer a obra do Senhor.
Em outra passagem, a bíblia fala que não foi o homem feito por causa do sábado, mas o sábado por causa do homem (Marcos 2:27). Que significa isto?
Que a escolha do dia descanso no dia sétimo foi por causa do homem, para o disciplinar em pelo menos um dia ficar na presença de Deus e também descansar, não estressar. Foi uma conduta de vida baseando-se que o verdadeiro descanso só viria com Jesus. Ele é nosso verdadeiro sábado e não está ligado a nenhum dia da semana.
Em 2 Pedro 3:8 vemos isto mais explicitado, pois como pode 24 horas ser um dia para o Deus que é o Eterno, onde o próprio Pedro diz que um dia para Deus pode ser mil anos?
Assim, a maior diferença entre o sábado de Cristo e o de Moisés é o descanso. No de Cristo ele é nosso descanso, no de Moisés o descanso está vinculado a um dia da semana e isto Cristo desfez na cruz, dando o verdadeiro sentido ao sábado.
Paulo reforça o argumento em que a guardo do dia semanal sétimo não precisa mais em Colossenses 2:16.
Terminando, Hebreus 3:11 diz que Cristo é nosso sábado, o descanso. Onde não é domingo, nem terça, nem sábado sétimo, pois Cristo é nosso descanso em todo o tempo e todo o tempo devemos observá-lo HOJE.
Concluindo, nosso sábado é Jesus Cristo e não o dia sétimo da semana, assim todo aquele que em Cristo está, observa também o quarto mandamento, escolhendo sempre um dia propício para uma consagração e em todos os dias observando seus mandamentos e estilo de vida, pois se Deus salva à todos, todos os dias, então nosso Deus trabalho todos os dias em prol da sua obra e mesmo devemos fazer!
Que o Senhor Deus, o Eterno, vos abençoe e procure entrar no descanso de Deus, que é Cristo Jesus, o nosso shabat!
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Por que a maioria dos judeus não aceitou e não aceita Jesus como o Mashiach (Messias)?


Existem muitas explicações na bíblia para tal atitude, algumas outras explicações não bíblicas são ridículas e completamente fora do contexto.
Biblicamente falando, a palavra de Deus nos dá profecias que isto ocorreria e também revela o motivo para isto.
Poderia citar muitas, porém vou me ater a algumas, principalmente as do livro de Romanos e Isaías.
Posso dizer que o livro de Romanos é o que mais explica tal rejeição da nação judaica da época por Jesus, tal como os judeus atuais também não o aceitam.
Romanos em boa parte, já nos explica um dos motivos para os judeus não crêem em Jesus. A Lei de Moisés! O amor a uma antiga aliança, um antigo sacerdócio foi algo que causou até dissensões na Igreja do primeiro século, ocorre hoje em dia também, pois muitos seguem coisas que já foram abolidas na cruz.
Jesus veio cumprir a Lei, e cumpriu (Mateus 5:17), mas após a cruz, onde tudo se consumou, foi mudado o sacerdote, os rituais, dando um sentido para aquilo que era a sombra, coisas na Lei de Moisés que eram apenas símbolos daquilo que seria um dia verdadeiro, com Cristo Jesus, isto se tornou!
Assim, um dos maiores empecilhos para a conversão ou inclusão nesta nova aliança mediante Jesus dos judeus, foi a não vontade de se libertar da maldição da Lei, e ir para a Graça redentora de Cristo, a Liberdade que vem pela fé.
Outro ponto que posso citar, foi uma rebeldia repetida pelos israelitas durante muito tempo, sendo implodida no cativeiro babilônico e indo muito mais forte na época de Jesus por se mostrarem ainda rebeldes ao amor e salvação divina. Isaías 65:2 nos mostra isto ao dizer que Deus tinha se cansado de estender a mão para um povo rebelde, que seguia seus pensamentos e não os do Senhor.
Estes dois pontos citados levam a outros preditos em profecias, tais como os descritos em Romanos 9:6 que fala que nem todos os de Israel eram israelitas, ou seja, ser filho de Abraão na carne não significa que é seu filho espiritual, pois o verdadeiro filho de Abraão é o da promessa, o espiritual (Romanos 9:8).
Tais coisas fizeram o Senhor Deus endurecer o coração dos israelitas como fez com o coração de faraó (Romanos 9:15-18). Este ponto aqui é muito importante, pois aqui entendemos a rejeição que Jesus sofreu pelo povo judeu expresso em João 1:11 que diz que Jesus veio para o que era seu (o povo judeu) mas estes não o receberam, sendo que tal rejeição abriu caminho para outros que estavam longe, ou seja, os que não eram da nação de Israel foram chamados e tiveram a revelação que os judeus não tiveram.
Nisto entra o que sempre gosto de frisar, a soberania e sabedoria divina, que por mais “incoerente” seja para a mente humana, é sempre corretíssima em suas atitudes e vontades.
Há duas revelações previstas com relação a salvação gentílica e judaica. Nesta primeira vinda de Jesus aqui na terra, a salvação já tinha sido profetizada que seria para os gentios, senão vejamos:
Oséias 2:23 diz que seria chamado um povo que não era do povo de Deus para ser o povo dele; Salmos 18:43 diz que um povo que não era conhecido servirá o Messias, os gentios; Isaías 11:10 diz que os gentios seguiriam ao Messias; Isaías 49:6 diz que Jesus seria a luz para o gentios; Isaías 66:19 fala que Israel seria destruído nesta primeira vinda do Messias, sendo que os que escaparem (da perdição sem Cristo), pregariam o evangelho para as nações, os gentios.
Por fim, em Atos 28:28, o apóstolo Paulo declara que está primeira vinda de Jesus, a salvação que com ela está, ou seja, o evangelho foi destinado ao gentios, e isto está no final de Atos, após diversas tentativas deste apóstolo de salvar os judeus, ele reconheceu que “poucos” se salvariam, pois Deus endureceu seus corações para que não crescem, para que com os olhos não vissem e nem se convertessem!
Então, com se dará a salvação dos judeus?
Primeiro devemos entender que mesmo com esta rejeição parcial e temporária de Deus por Israel, um bom número de judeus desde aquela época até hoje, tem crido em Jesus como seu Messias.
Os argumentos mais utilizados pelos judeus que não crêem em Jesus são que ele não ressuscitou, mas que seu corpo foi removido pelos seus discípulos que plantaram então uma “mentira”, sendo que tal argumento surgiu já na época de Cristo como vemos em Mateus 28:11-15.
Outro argumento dos que não creram e não crêem, é que Jesus não cumpriu com boa parte das profecias messiânicas, pois muitas não falam também de um reino messiânico visível, e não somente espiritual.
Ora, quem teve revelação do evangelho, sabe que Cristo em sua primeira vinda veio para purificar a terra e escolher um povo para ser sua noiva, ao que, após isto se dará o arrebatamento e depois se dará sua segunda vinda, onde aí sim se cumprirá a outra parte da profecia, onde ele estabelecerá seu reino de forma visível.
Se você já ouviu que os judeus não crêem em Jesus porque não se fala Yehoshua, isto é um grande erro, pois tantos judeus cristãos do primeiro século que moravam em outras nações como os de hoje que crêem em Jesus, não o chamam apenas na forma hebraica, mas também na língua onde estão. Vide o grupo “Jews for Jesus”, ou seja “Judeus por Jesus” que é um grupo de judeus que pregam a Cristo para outros judeus não inseridos na nova aliança.
Então, como se dará a salvação completa da nação, do povo nacional judeu?
Na segunda vinda de Jesus! Os judeus que tem crido em Jesus como Messias tiveram a revelação, assim como todo crente em Jesus, independente da etnia, que a salvação do Israel nacional será completamente neste tempo.
Em Romanos 11:1-32 traz uma grande explicação do futuro de Israel, pois Deus ainda que tenha o endurecido, não o rejeitou, sendo que para a época da segunda vinda de Jesus, Deus tem reservado o remanescente fiel deste povo, sendo que atualmente e como nos dias da Igreja primitiva, a salvação tem sido dada a poucos judeus, ao que a plenitude se dará no final dos tempos.
Então finalizando o artigo, peço que cada leitor possa estar intercedendo por este povo, meu povo, nosso povo que precisa muito da misericórdia de Deus, pois assim como os gentios não buscavam a salvação e esta veio até eles pela misericórdia, os mesmo está acontecendo com os judeus, para que ninguém se glorie, porque o Senhor encerrou todos debaixo da desobediência para que use de misericórdia.
A salvação veio primeiro à eles por serem portadores da palavra, por isto todas as nações que hoje experimentam a revelação de Cristo, tem uma dívida de amor para com os judeus.
Que Deus vos abençoe e crie em cada um coração intercessor pelas nações, incluindo a nação de Israel e o povo judeu.

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Os filhos de Eli e a maldição sacerdotal


A história a ser estudada neste artigo está baseada em I Samuel 2:12-36, I Samuel 3:1-21 e I Samuel 4:1-21.
Tentarei fazer uma analogia com os dias atuais deste tipo de situação, que a meu ver é muito comum, para não dizer que está ficando até normal.
Tais fatos são em torno de omissão de um sacerdote e da incredulidade, maldade e falta de temor dos filhos deste sacerdote (que também eram sacerdotes).
A casa de Eli estava encarregada de cuidar do Tabernáculo do Senhor, tal cargo também era de ser cuidador da arca da aliança e dos serviços ritualísticos lhes conferidos.
O povo via e reprovava os pecados dos filhos de Eli, que em suma eram não ter intimidade e conhecimento do poder de Deus (I Samuel 2:12); tomavam partes nos sacrifícios oferecidos à Deus; se alimentavam daquilo que não lhes era permitido comer; desprezavam a salvação e o perdão do Senhor; davam mal exemplo; e por fim eram repugnantes na área sexual, pois se deitavam com mulheres em orgias sexuais à porta do Tabernáculo.
Bem, com isto já temos a nítida visão de quão desagradáveis eram estes homens chamados de Hofni e Finéias diante do Senhor e diante do povo de Israel, que mesmo condenando tais pecados lhes eram sujeitos, pois não eram rebeldes nesta época.
Com isto podemos afirmar também que o erro de Eli foi sua omissão! Se lermos I Samuel 2:22-25 até acharemos que Eli não foi omisso, pois tentou alertar seus filhos, mas se analisarmos mais a fundo veremos que na verdade ele não fez o certo. Em I Samuel 3:13 vemos Deus falando com o profeta Samuel dizendo que Eli sabia das iniqüidades de seus filhos e mesmo assim não os repreendeu!
Ora, a repreensão não devia ser somente palavras, mas sim uma vida de exemplos que Eli deveria ter dado para seus filhos, um ensino eficaz, e fora isto, devia tê-los castigados com aquilo que estava posto na Lei de Moisés.
Com tudo isto a conseqüência foi terrível, pois os dois filhos de Eli foram mortos no mesmo dia, a arca da aliança foi tomada pelos filisteus, Eli ficou sabendo, caiu e morreu, assim como sua nora também morreu, esposa de Finéias, além de ser retirado de seus descendentes o sacerdócio, lhes sendo imposto uma maldição de miséria, humilhação e morte precoce.
Trazendo agora para nossa realidade, vemos isto em nosso meio!
Quantos são os pastores, líderes, ministros do evangelho, cantores e suas famílias fazendo a obra de Deus relaxadamente?
Não gosto e não aprovo pessoas que só sabem falar mal de líderes espirituais, mas tem hora que devemos alertar o povo de Deus e também estes líderes que estão se perdendo pelo caminho.
Vamos começar com líderes que não conhecem a palavra de Deus. O que tem de pastor que nunca leu a Bíblia toda não esta no gibi! Para alguém se habilitar para ser pastor, o mínino que dever ter feito é ler a bíblia inteira pelo menos uma vez, lê-la diariamente de forma aleatória.
O que tem de líder raso na palavra, meu Deus! Isto se manifesta quando não há mais o Espírito de Deus agindo pelo relaxamento dos líderes.
Outra coisa é uma moda muito nojenta que tem feitos muitos se desviarem ou se escandalizarem, que é a ganância financeira!
O que tem sido aberto de Igrejas “lá Universal” é algo assombro! É só teologia da prosperidade, dinheiro e mais dinheiro, sendo que a salvação e santidade nem são pregadas.
Não sou contra dízimo e ofertas (quem é contra está errado), porém tudo deve ser feito com base na palavra de Deus, com decência. Mas muitos, muitos mesmos querem abrir portinhas ou portonas de “igrejas” só com o intuito de ganhar dinheiro com a fé das pessoas.
Outro pecado cometido é o da área sexual. Qualquer líder ou ministro de louvor deve redobrar a atenção nesta área que é muito bombardeada.
Não são raros os casos de pastores, líderes ou músicos que caem em adultério. As conseqüências destes atos, principalmente quando descobertos são sempre as piores.
Muitos estão na Igreja, na própria ou em um seminário ou conferencia em outra Igreja já pensando em pecar nesta área. Mantendo relações sexuais ilícitas com outras mulheres ou homens, ou então dando de cima.
Já vi muitos que só de olhar você percebe que nesta área não foi liberto ou não se deixou ser liberto, é um mala!
Por último, a omissão de quem é uma autoridade espiritual sobre a vida de quem está cometendo estes erros é pior ainda.
Se lermos I Timóteo 3:2-5 saberemos que os filhos de pastores ou de líderes na Igreja devem ser submissos e modestos aos seus pais, pois como vão liderar a Igreja se não lideram nem sua família?
Isto também pode ser posto para os filhos espirituais, ou seja, pessoas que estão na Igreja que possuem a liderança em alguma área que lhe é sujeito, estão debaixo de um pastor.
Este ao saber de condutas fora do padrão bíblico deve repreendê-los, se os mesmos não se consertarem devem ser depostos até se consagrarem de verdade ao Senhor.
Concluindo, devemos realizar a obra do Senhor com temor, santidade e conhecimento do seu poder.
Não podemos aceitar vir um cantor na Igreja, louvar e adorar a Deus e depois disto encher um quarto de motel com um monte de mulheres. Se algum líder sabe, deve adverti-lo na hora!
Saiba que benção se inicia na vida dos lideres espirituais e são transmitidas ao povo, se tais líderes não estão mergulhados naquilo que é de Deus, logo tal obra e seu povo irá sucumbir.
Por isto, ore sempre pelos seus líderes e líderes vigiem sempre, em consagração e no temor de Deus.
Que Deus vos abençoe e vos livre das astutas ciladas do inimigo.

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Perdidos dentro da Igreja


É terrível e alarmante o número de pessoas que professam crer em Jesus e não sabem qual sua missão na Igreja, ou pelo menos sua verdadeira missão.
Perceptível é também que os jovens, em sua maioria, estão dentro desta triste realidade.
Não é incomum nos depararmos com pessoas (principalmente os jovens) completamente “perdidas” dentro da Igreja.
Vamos definir este “perdido” de duas formas. A primeira hipótese é de alguém que está na Igreja, mas não está salvo, ou porque perdeu ela ou porque nunca foi um salvo; a segunda hipótese é de alguém salvo, porém debilitado na obra do Senhor e um fraco na fé.
Ambos estão no mesmo barco do que quero falar, a diferença está é que um (o perdido de salvação) não tem temor e nem fé em Deus, apenas vai de vez em quando; já o outro (perdido de missão, mas salvo) tem o temor e a fé em Deus, porém nunca cresce na fé, é um parado.
Veja que o que difere é um detalhe que, o salvo, mas fraco, está bem perto de se perder até na sua salvação.
É preocupante isto!
Os perdidos dentro da Igreja, que apesar da diferença citada, tem coisas em comum, e vamos falar delas.
Por mais que ouçam a palavra de Deus, parece que ela nunca age para seu crescimento espiritual. É cediço que a fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus (Romanos 10:17), porém estes nunca crescem é por desobediência a esta verdade.
Quantos são os que ficam do lado de fora da Igreja quando o pastor está pregando? Muitos.
Na hora da pregação inventam de atender celular, por a conversa com os “irmãos” em dia e o pior, ainda chamam os que estão lá dentro para vir ao lado de fora e participar não mais de um banquete da palavra de Deus, mas sim de coisas mundanas.
Fico observando e posso dizer que, estes não têm prazer em ouvir Deus lhe falando. Estão tão carnais, cheios de mundanismo que o maligno consegue os enfraquecer mais ainda.
Ora, o espiritual busca coisas espirituais e o carnal coisas carnais, é bom então fazermos sempre uma auto-análise para descobrirmos em quem barco estamos.
É triste ver pessoas que possuem a bíblia e não a levam para os cultos (na verdade muitos tem vergonha de andar com ela – se este é seu caso, leia o que Jesus fará com você em Lucas 9:26), o pior é que têm a bíblia, mas não vivem no padrão que ela instrui!
Não amam o próximo, não oram, não lêem a bíblia, não se afastam do pecado, não conseguem escutar uma pregação, são desobedientes, não se afastam de contendas, são fofoqueiros e outras coisas mais...
Quero dizer é que não vivem no evangelho. Jesus nos chamou principalmente para sermos “ganhadores de vidas” e lhe pergunto cadê o povo que faz isto?
Fico reparando um monte de gente que gosta de criticar as pessoas ou Igrejas que ganham muitas vidas, mas vejo também que estes críticos não ganham ninguém, ou seja, não levam ninguém à Jesus!
Há pessoas que usam argumentos tais como, “ah, meu ministério não é ganhar vidas, meu ministério é ser músico, ou dançar na coreografia”, há também aqueles que dizem “não tenho tempo para pregar o evangelho, ou não gosto de pessoas”.
Inúmeros são os argumentos utilizados por estes perdidos dentro da Igreja, porém a verdade é a seguinte, quem não cumpre o Ide de Jesus, está fora do ministério de Cristo!
Não tem essa que seu ministério é o de ser músico-adorador, e olha que tem muito cantorzinho famoso aí que nunca ganhou uma alma para Jesus, pois diz que foi chamado apenas para cantar ou tocar!
Digo para estes e outros tipos de gente, que utilizam este tipo de desculpe o seguinte: Vai tomar vergonha na cara seu descarado! O ministério que Cristo Jesus chamou à todos não foi para ser músico, dançarino, ou para nos acharmos tão bons que não possamos evangelizar, o MINISTÉRIO DE TODO CRENTE É SER UM PREGADOR DO EVANGELHO!
Quem não está fazendo isto, está fora do projeto divino.
Leia I Coríntios 9:16-17 e veja que o IDE, a pregação do evangelho, o ganhar vidas para Jesus nos é imposto e não nos dado como uma opção.
Observe que independente se a pessoa gosta ou não, deve pregar o evangelho, sendo que o que faz porque gosta ganhará um galardão bem maior do que faz de má vontade.
Mas independente disto, devemos saber qual nossa missão na Igreja para não sermos taxados como perdidos dentro dela!
Se você está tendo a hombridade de reconhecer que está perdido em sua missão com Deus, que o Espírito Santo está longe, perdeu o primeiro amor, está frio e fraco na fé, ainda há esperança!
Refaça ou faça seu pacto de fé com Cristo, deixe as coisas do mundo de lado, busque viver uma vida no Espírito, siga os passos que o Mestre nos deixou e atenda ao Ide.
Verás que sua vida vai mudar 180 graus!
Se deixe achar, pois o Bom Pastor sempre está em busca das ovelhas perdidas, então não se esconda de Deus, vá para Ele, ouça e atenda o seu chamado.
Que Deus vos abençoe e vos dê a sua luz.

Lei e a graça, um anula o outro?
Quando uma criança morre, ela vai para o céu independente da fé de seus pais?
Como fica a situação de quem nunca ouviu o evangelho. Serão salvos ou não?

Não deixem de ir até o final do blog para ver artigos que são os mais acessados.