Seja bem vindo

"Bem aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na Lei do Senhor. Bem aventurados os que guardam suas prescrições e o buscam de todo o coração; não praticam iniquidade e andam nos seus caminhos. Tu ordenaste os teus mandamentos, para que os cumpramos à risca. Tomara sejam firmes os meus passos, para que eu observe os teus preceitos." Salmos 119:1-5



segunda-feira, 31 de dezembro de 2012


Feliz ano novo, feliz 2013!

Este é o desejo do Templo Jovem para todos seus, quer sejam a galera que está na Igreja, os seguidores do blog, visitantes, comentaristas.

Que neste ano que se inicia as conquistas venham, que Deus esteja lhe abençoando ao ver seu esforço para alcança-las.

Um abraço a todos, 

Chag Sameach, Shaná Tová, Shalom!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Uma análise do encontro de Jó com Deus



O livro de Jó é um dos mais intrigantes da bíblia.

As falas de Deus concluem a seção poética do livro (a partir do capítulo 38 do livro de Jó). O autor introduz aqui a sabedoria da perspectiva teológica sobre Deus, e Suas falas começaram com uma série de perguntas direcionadas a Jó.

Essas perguntas estabelecem o poder e a majestade do Criador e Seu cuidado providencial com tudo no universo. As falas de Deus mostram como os menores animais, bem como as criaturas mais monstruosas e aterrorizantes, estão sob Seu controle.

As falas divinas não resolveram o dilema de Jó e as perguntas dele não foram respondias. Ele não foi absolvido nem considerado culpado das acusações feitas contra ele por seus amigos. Todavia, suas falas tornaram uma coisa muito clara: há um imenso abismo que separa Deus da humanidade.

Os seres humanos não podem afirmar conhecer as maneiras misteriosas pelas quais Deus opera no universo. Embora Ele permaneça misterioso, suas falas transmitem a verdade de que Jó e seu mundo de sofrimento não estavam fora do cuidado providencial do Criador, que dispôs e estruturou todo o universo.

Foi o reconhecimento desse mistério acerca de Deus que levou Jó a arrepender-se das palavras que proferia a Seus respeito. Ele confessou que falara de coisas das quais não entendia (Jó 42:3). Jó reconheceu o fato de que era humano e que não poderia entender como Deus ordenara o universo.

Tudo o que Deus faz e as maneiras como Ele se relaciona com o universo permanecem sendo um mistério para o homem. A partir de então, Jó abandonaria seus pensamentos pretensiosos sobre Deus, e seguiria o caminho da confiança, não mais o do protesto. A fé substituiria a raiva.

A história termina com Deus restituindo a Jó o dobro de todos os seus bens e riquezas que fora destruído por satanás, seu adversário desde o início do livro. Bem como também teve filhos, sendo que três filhas foram as mais formosas sobre a terra naquela época.

Que Deus vos abençoe e que permanece crendo em Deus mesmo quando Ele pareça estar escondido, tenha fé, confie, saiba que os Seus caminhos são maiores e mais profundos que os nossos, Ele tem o controle de tudo e pode mudar sua sorte!

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Quando as forças se acabam
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O Espírito Santo, meu melhor amigo.

A Importância de se frequentar a Igreja.


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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

A ressurreição do corpo na visão bíblica.



Tal doutrina peculiar ao cristianismo é sustentada unicamente por meio da revelação. Alguns pensam que a doutrina da ressurreição se limita ao Novo Testamento. Ela realmente é mais abordada no NT, porém vemos em diversas partes do Antigo Testamento.

Os descrentes recusam-se a crer que Deus possa ressuscitar os mortos. Baseiam-se nas leis da matéria, segundo a qual é impossível o corpo humano ressuscitar depois de apodrecido ou desfeito em pó.

Ora, quais são as leis da matéria que consideram esse obstáculo insuportável? Uma lei não possui poder para agir por si mesma; todas são dirigidas por um agente pessoal. Não estamos preparados para fazer afirmações de caráter universal, pois a compreensão que temos da natureza não é tão profunda: até em uma pequena folha ou em um insignificante inseto há mistérios que não podemos compreender.

Temos que considerar que o Autor das leis pode muito bem alterá-las. Uma lei não é um obstáculo para impedir sua onipotência.

Vemos a ressurreição ser comparada com a semente. A germinação da semente apresenta mistérios semelhantes aos envolvidos na doutrina da ressurreição. A planta que vemos nascer em todo o seu vigor brotou de uma semente que morreu na terra.

Voltando para o início, veremos a ressurreição no AT como em citações em Jó 19:25-27, onde o mesmo espera ver seu redentor, que o fará ressurgir. Tais palavras do texto, não se vinculam apenas a mudança de situação que Jó se encontrava naquele tempo, mas também após sua morte.

Os profetas também anunciaram em linguagem clara a sua fé na ressurreição do corpo.

Isaías 26:19 faz uma clara profecia sobre a ressurreição que ocorrerá na época de Cristo nos ares.

Daniel ajunta seu testemunho ao de Isaías em Daniel 12:2, onde diz: “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno”.

O NT nos traz o sustento dessa preciosa doutrina.

O Senhor Jesus deu uma clara e evidente palavra que haverá a ressurreição do corpo, isso é encontrado em Lucas 20:37-38, também em Mateus 22:31-32 e Marcos 12:26-27.

Em João 5:28-29 Jesus afirma que os mortos que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz, os que fizeram o bem (guardaram as palavras de Deus) sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal (não seguirão a vontade de Deus), para a ressurreição da condenação.

Os apóstolos também deram testemunho da ressurreição, da transformação do corpo (Filipenses 3:20-21 e 1 Tessalonicenses 4:14-18).

Mas é um 1 Coríntios 15:12-58 que Paulo oferece o argumento mais compreensivo da Bíblia acerca da ressurreição. Peço que leia tal passagem que lhe será importantíssima, ao acrescentar um vislumbramento do que nos aguarda.

Este corpo ressurreto apresenta características semelhantes ao corpo de agora, porém terá grandes mudanças em suas qualidades e em sua natureza. Como exatamente será esse corpo é um mistério (1 Coríntios 15:51-52).

Acredito que nem todas as partículas do corpo sepultado serão ressuscitadas, tal coisa não é necessária à identidade do corpo. O meu corpo de hoje é o mesmo de 10 anos atrás, mas é provável que não haja nele nenhuma célula das que o compunham a uma década atrás.

O que quero dizer é que este corpo ressurreto não depende das partículas depositadas no túmulo.

Sabemos que a morte não completou a obra de decomposição no corpo de Jesus, o seu corpo orgânico não sofreu deterioração. A glorificação de Cristo se realizou sobre o corpo físico, e assim também a nossa. A diferença é que não seremos ressuscitados como Ele foi, para depois sermos glorificados: nosso corpo já ressuscitará corpo espiritual (1 Coríntios 15:44).

Embora ensinem que manteremos a nossa identidade, as Escrituras claramente indicam que a mudança será grande, até o ponto de ultrapassar a nossa compreensão. Todas as afirmações de Paulo em 1 Coríntios apontam para isso.

O Salvador foi reconhecido no corpo ressurreto porque era igual ao outro. Porém, pela narrativa dos evangelhos, fica evidente que uma grande mudança se realizou.

Sabemos, que o novo corpo estará livre do cansaço, da dor e da morte. Leia-se Apocalipse 7:16 e 21:4.

Por fim, nos resta afirmar que tal corpo, será espiritualizado, ou seja, terá um melhoramento não só no físico, mas em tudo, inclusive na parte espiritual.

Que Deus vos abençoe, e não creia em palavras de alguém que não crê nessa palavra, muitos pastores estão dando uma interpretação errada neste assunto. O nosso Deus faz coisas tremendas e uma delas será a ressurreição, um tema que Cristo falou muito. 

Artigos relacionados com o tema:

O que a bíblia fala sobre "arrebatamento"?
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Como é a situação de quem morreu salvo e o de quem morreu sem Deus.
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Purgatório, existe ou não?
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O Fim dos tempos - Arrebatamento
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O fim dos tempos II (a era após o arrebatamento)
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O apóstolo Paulo era o anticristo? Ele pregou um outro evangelho?



Dias atrás, estava a garimpar algo de bom na internet e me deparei com um artigo mais esdrúxulo que vi.

Há pessoas que tem o pensamento que Paulo, o apóstolo dos gentios, foi na verdade um impostor, alguém que pregava outro evangelho, um homem que se infiltrou na igreja na tentativa de arruinar a obra de Cristo.

Gente, cada coisa que me aparece que não sei de onde sai essas ideias.

A maioria desses conspiradores, vem de grupos que apoiam o homossexualismo ou são compostos por feministas, bem como sectários do espiritismo ou outras coisas do gênero.

Pegam textos como quando ele fala a respeito das mulheres (I Coríntios 14:34), que essas nem podiam falar na igreja, textos em que ele confronta a prática homossexual, tentam invocar uma incoerência de seu pensamento com relação a salvação com o do apóstolo Tiago e outras coisas mais.

O fato é que tudo isso não passa de uma falta de conhecimento da palavra, para não dizer também que isso é manipulado, para atingir certos interesses obscuros, como tentar colocar Jesus como alguém que aprova práticas erradas.

O evangelho que Paulo pregou não é diferente do que o de Cristo.

A bíblia é uma harmonia, e não é porque Cristo deixou de falar algo que significa que aquilo não existe ou não é para ser seguido.

Cristo não falou sobre homossexualismo, porém Deus em sua palavra sempre foi contra isso, e Jesus ao dizer que obedecia a vontade do pai e sua palavra, tal engloba isso também.

Os apóstolos eram uma continuação da revelação da palavra de Deus, dos ensinos que não foram inseridos nos evangelhos.

O Espírito Santo traz o ensino, e os apóstolos receberam autoridade, revelação por parte de Cristo para trazer todo seu ensino.

Paulo não foi diferente, mesmo não tendo estado com Cristo no seu ministério terreno, o mesmo foi chamado de forma especial, ele mesmo se coloca como um nascido fora do tempo, que excedeu aos outros.

Os apóstolos (todos) conheciam Paulo e aprovaram seu ministério, senão vejamos:

Para que não sabe, o livro de Atos dos Apóstolos é uma continuação do evangelho de Lucas, sendo que em Atos a história mais narrada é de Paulo.

Ao lermos este livro, veremos que Paulo esteve em muitas ocasiões com os outros apóstolos, inclusive com Tiago e Pedro. Estes por sua vez, deram respaldo ao ministério de Paulo.

Em Atos vemos Tiago dando respaldo ao ministério de Paulo, por ver este sendo usado com os gentios, bem como a Pedro.

O apóstolo Pedro, o próprio em sua epístola, cita Paulo como alguém usado poderosamente por Deus, em sabedoria e revelação nas escrituras. Tão profundo que nem mesmo Pedro tinha tamanha profundidade. (II Pedro 3:15).

É bom ressaltar que o apóstolo Pedro, um dos doze de Cristo, um dos pilares da Igreja, neste mesmo trecho cita pessoas que estavam defraudando a pessoa de Paulo e os chama de inconstantes e os tais irão para a perdição. (II Pedro 3:16).

Outra coisa, que falam, é que existe uma deformidade dos ensinos paulinos com os de Tiago, no tocante a justificação por fé e obras.

Quanto a isto, deixo na parte final deste artigo, uma matéria que fiz, onde utilizo os textos de Paulo como o de Tiago, retirando assim todo e qualquer pensamento errado, que tenta colocar dúvida com relação as escrituras. (o artigo é “Só a fé é suficiente para salvação do ser humano?”)

Por fim, não há contradição nos ensinos de Paulo com os de Cristo.

Para alguns que não gostam dele, Paulo foi muito duro, para outros muito libertino.

Duro quando se tratava de mulheres, porém vemos isso mais na igreja de corinto, onde estava acontecendo uma problema muito sério que envolvia as mulheres, porém, ele não era contra as mulheres pregar, tanto que muitas o acompanhava. (deixo um artigo que fiz sobre isso abaixo chamado “mulher pode ser pastora?”).

Duro com relação a homossexualismo, como em Romanos, porém não o vemos falando disso o tempo todo, na verdade apenas em duas ocasiões, e mesmo assim com embasamento bíblico, pois o Deus do AT é o mesmo no NT.

Ora, Jesus também não aprova o homossexualismo, mesmo que ele não tenha falado diretamente, vemos Cristo referindo apenas a união entre homem e mulher, como no início, e não dando uma nova forma de união.

Cristo retirou muitas coisas da antiga aliança com seu sacrifício, modificou outras, e aboliu os rituais, bem como a maldição da lei. Só que ainda assim, temos a lei de Cristo, e na sua lei o casamento heterossexual é ratificado. Se ele aprovasse a união gay, ele com toda certeza teria falado.

A bíblia é um conjunto, e aquilo que não foi dito nos evangelhos, em outros livros o ESPÍRITO SANTO, deu revelação das outras coisas.

Paulo também não foi um revolucionário, que foi além dos ensinos da liberdade em Cristo, da graça.

Ele não foi contra a lei, porém em Cristo, não vivemos mais na Lei mosaica, mas sim na de Cristo, e isto ele disse sempre, ainda mais por ser a lei de Moisés sombra de coisas vindouras, um véu, uma glória que ia sucumbir com o tempo, sendo que em Cristo, sua lei é perfeita (II Coríntios 3:13-18).

Com isso, não mostra um Paulo contra a Lei mosaica, ele mesmo diz que a Lei é boa e santa (Romanos 7:12). O fato é que em Cristo, somos santos não por medo da lei, cumprimos isso não para sermos justificados, MAS por que fomos JUSTIFICADOS em Cristo.

Concluo esse artigo e digo, que quem pensa assim, aderiu um pensamento diabólico, como nos dias da Igreja do primeiro século.

O diabo odeia Paulo! Este evangelizou o mundo antigo inteiro. Foi tremendamente usado por Deus, é claro que satanás tentou e tenta desmerecer seu trabalho para com o evangelho.

Que Deus vos abençoe, neste Deus em que não há confusão, porem o diabo tenta colocar distorção, que se torna em confusão, mas quem é de Deus e nele confia, tem o discernimento do que é a verdade usando a verdade.

Artigos relacionados:
Só a fé é suficiente para salvação do ser humano?
http://templojovemvirtual.blogspot.com.br/2011/09/so-fe-e-suficiente-para-salvacao-do-ser.html
As mulheres, podem ou não serem pastoras? Análise do Apóstolo Paulo.
http://templojovemvirtual.blogspot.com.br/2011/08/as-mulheres-podem-ou-nao-serem-pastoras.html

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Catolicismo não é cristão, catolicismo é pagão!



Vejo nesses tempos, pastores e evangélicos chamando católicos de irmãos, afirmando que “somos” cristãos, com “algumas” diferenças teológicas.

Queridos leitores, há um erro tremendo nesse tipo de afirmação! Muitos evangélicos, principalmente pastores de televisão falam assim mais para ficar “bem na fita”, mais como uma forma de politicagem e tentativa de união em algum propósito, como lutar contra a causa gay, mas tenho certeza que grande parte não crê que o catolicismo é cristianismo.

Da mesma forma, o catolicismo não crê que os evangélicos são cristãos.

Ex-católicos são excomungados, ou seja, não é mais cristão na visão deles, estão debaixo de maldição, rebelião.

No meu caso é pior, eu nunca fui católico, conseqüentemente nunca fui batizado, me tornando um pagão para o Vaticano.

Ora, olhando sob este crivo, se não somos verdadeiros cristãos para eles, também não são para nós.

Quero ir além! Os católicos não são apenas não-cristãos, o catolicismo é pagão por abraçar o paganismo, coisas que a bíblia repudia, abomina.

O catolicismo é uma apostasia, que abraça o paganismo.

Em tudo que você pesquisar, a maioria da doutrina católica será de um misto de paganismo, porém Deus não se mistura, tornando essa doutrina puramente demoníaca e impura.

O catolicismo ao ser uma “mariolatria”, isto é, uma denominação veneradora de “Maria” (leia abaixo um artigo que fiz sobre essa Maria dos católicos, que não em nada haver com a Maria do evangelho, mas sim é uma divindade pagã que pegarão para misturar na sua doutrina) foge completamente do que a bíblia ensina.

A igreja católica toma para si um “direito” de revogar ou acrescentar doutrinas na bíblia, não que eles modificam a bíblia, porém por fora, como na catequese e nos concílios, revogam coisas que não  eram para ser revogadas e acrescentam coisas que não eram para ser acrescentadas, dando interpretações terríveis dos textos bíblicos para respaldar sua profanação da verdade.

Na bíblia não há nada que nos leve a venerar Maria, porém eles se acham como no direito e legalidade de dar interpretação completamente diversa do que a bíblia passa.

Não vemos a bíblia dando brecha para idolatria, veneração a santos, batismo infantil, oração dirigida a mortos, veneração a um papa (não existe papa na bíblia), purgatório e outras coisas mais inventadas ou pegadas do paganismo e inseridas no catolicismo.

Fizeram uma mudança (não na bíblia) nos dez mandamentos na catequese, instituíram o domingo para ser um dia guardado, instituíram o celibato entre seus ministros.

Perceba o quão pagão isso é! Os mandamentos de Êxodo 20 continuam sendo os mesmos no Novo Testamento, sendo citados em diversas partes do mesmo. Não houve mudança.

Com relação a mudança do sábado para o domingo, não há essa visão na bíblia. Jesus deu o verdadeiro sentido ao sábado, não mais como no Antigo testamento. Isso porém não quer dizer que Ele instituiu o domingo, uma substituição do sábado. Na verdade, nessa Nova Aliança não há nenhum dia para ser guardado! Todos os dias são santos ao Senhor, nosso verdadeiro sábado, nosso descanso.

Por ultimo, sacerdotes serem celibatários é provindo de uma costume pagão, fora que é anti bíblico. Os apóstolos, com exceção de Paulo e Barnabé eram casados, e mesmo assim, isso não lhes fora imposto, foi uma escolha que poderia ser mudada a qualquer tempo que não iria interferir no chamado deles.

Concluindo, não há um mesmo Deus, nem uma mesma fé! Os católicos são tão pagãos quanto os espíritas, macumbeiros, budistas, mórmons e outros mais.

Os católicos podem ser pessoas boas, podemos ter comunhão, e até nos juntar para lutar contra coisas que vão ser ruins pra sociedade, mas apenas no campo sociológico e de cidadania, no campo doutrinário da fé, não temos nada haver.

É pura apostasia e paganismo, um reino das trevas, do engano, babilônia!

Que Deus vos abençoe e sai do meio dela povo meu, ecumenismo sempre foi uma poderosa arma do diabo para arrebentar com o povo de Deus!

Artigos relacionados com o tema:

Indulgências, não podemos esquecer este acontecido católico:
http://www.templojovemvirtual.blogspot.com.br/2012/09/indulgencias-da-igreja-catolica-algo.html

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A natureza da fé



Podemos dizer que fé em geral é uma crença de testemunho ou a certeza da realidade de um objeto invisível. Difere do saber, porque esse se baseia na evidencia dos sentidos, ao passo que a fé aceita o testemunho de outros. Por exemplo: o brasileiro que já esteve na França sabe que existe tal lugar, mas quem nunca esteve lá acredita na existência desse lugar porque aceita como verdadeiro o testemunho de outro que lá estiveram.

O grau da fé depende da natureza do testemunho alcançável. Em alguns casos, o testemunho é tão forte que pode ser igualado ao saber. Em outros, porém, pode ser fraco e até duvidoso.

A fé está relacionada com os três tempos: passado, presente e futuro. A fé no passado requer a crença na história e nos acontecimentos que ocorreram antes de nós. A fé no presente exige que acreditemos que certos resultados seguirão necessariamente determinadas causas. A fé no futuro combina com a esperança.

Se refletirmos por um momento constataremos que a fé se relaciona com todos os aspectos de nossa vida. Arriscamos nossa vida na estrada, crendo na habilidade e na cautela dos que dirigem.

A fé, por vezes, é necessária onde a razão tem dificuldade em compreender. É absurdo o homem afirmar que crê somente naquilo que entende.

A bíblia apresenta duas espécies de fé, a teórica, que chamamos de crença e a fé salvadora.
A fé teórica, obviamente, não é a fé salvadora. O indivíduo pode ter uma boa crença e permanecer mau. Mas os elementos dessa fé estão incluídos na fé salvadora, e sem eles o arrependimento e a fé justificadora serão impossíveis.

A simples crença nos fatos e nas doutrinas cristãos não são suficientes para salvar a nossa alma.

Os demônios creem não somente que há um Deus sábio e poderoso, gracioso em recompensar e justo em punir, mas também que Jesus Cristo é o Filho de Deus, o Salvador do mundo. Assim, vemos um deles declarar: “Bem sei que és o Santo de Deus” (Lucas 4:34). Não podemos duvidar que esse mau espírito cria em todas as palavras do Senhor Jesus.

Esforcemo-nos para que a fé esteja tanto em nosso coração quanto em nossa mente. O nosso conhecimento deve exercer influência santificadora sobre nossos feitos e em nossa vida. Não nos contentemos somente com o conhecimento de Cristo. Além de amá-lo, reconheçamos todos os benefícios que dele temos recebido. Devemos regozijarmo-nos nele, não o conheçamos somente de ouvir falar, mas dirijamo-nos a ele pessoalmente, pedindo lhe graça e misericórdia.

Lutero diz que a vida cristã consiste de possessivos. Uma coisa é dizer que Cristo é o Salvador, outra bem distinta é dizer que Ele é meu Salvador e meu Senhor. O diabo pode até dizer a primeira frase, mas só o verdadeiro cristão pode dizer a segunda.

Assim, a fé que não se apropria da salvação não tem valor algum.

Uma fé salvadora e verdadeira, portanto, não significa apenas concordar com o Evangelho de Cristo, mas também ter plena confiança nos méritos de Sua vida, morte e ressurreição.

Que Deus vos abençoe e permaneçam numa fé salvadora, caso ainda esteja em uma mera crença, é tempo de tomar uma decisão!

Artigos relacionados com o tema:
Os dons do Espírito e o batismo no Espírito Santo
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Enchei-vos do Espírito:
A importância da ressurreição de Cristo Jesus
Vida após a morte:
Jesus é Deus ou não?
Purgatório, existe ou não?
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O Fim dos tempos - Arrebatamento
http://templojovemvirtual.blogspot.com/2011/04/o-fim-dos-tempos.html

O fim dos tempos II (a era após o arrebatamento)
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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Existe realmente o céu? Está na bíblia? Como é?



Procurarei responder estas perguntas nesta postagem, dando o embasamento bíblico.

Sim, existe o céu! Também chamado de paraíso, porém a melhor definição é de que é um lugar destinado para todos os filhos de Deus, os redimidos pelo sangue do cordeiro, e também um lugar de habitação de seres celestiais.

Sim, está na bíblia! São inúmeras passagens que nos revelam extrinsecamente ou intrinsecamente detalhes sobre o céu.

Posso citar algumas como, 1 Coríntios 2:9 que diz “Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam”;

Em Filipenses 3:20-21 diz “Mas nossa cidade está nos céus, onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará nosso corpo abatido, para ser conforme seu corpo glorioso, segundo seu eficaz poder de sujeitar a si todas as coisas”.

Mateus 6:33 nos manda buscar o Reino de Deus. Outras passagens estão como em Mateus 13:45, Mateus 7:23, Lucas 16:26, Mateus 25:31-46 e Lucas 23:42-43, é claro que a muitas outras, porém quis dar algumas só para amostra.

Como ele é?!

Em algumas dessas passagens supracitadas dá para se notar algumas características do mesmo, porém não quero ficar apenas repetindo o que elas transmitem, mas sim dar uma razão para o mesmo.

Após viver num mundo conturbado como este, nada como ter a esperança de dias melhores ou ter uma outra vida, longe de tudo que é ruim.

Isso é a primeira impressão que o céu nos passa, esse tipo de esperança, mas não fica só nisso. Muitos veem o céu como uma “moeda de troca”, do tipo, “Senhor eu lhe sirvo, por isso devo ir para o céu”. Alguns aceitam a Jesus mais por medo do inferno do que propriamente para ir para o céu viver com Deus.

Este tipo de pressuposto está errado caso ele seja o sentimento dominante. É óbvio que a fuga de um futuro no inferno deve ser levando em consideração, porém ir para o céu, o desejo, deve ser mais para viver com Deus do que sem Ele.

Estar no céu é mais estar com Deus, do que não estar no inferno. Ninguém escolhe ir para o inferno, na verdade escolhemos as obras da carne, instruídas pelo diabo, consequentemente nos levará para o inferno. Da mesma forma, não escolhemos ir para o céu, mas sim viver para Deus, porque o amamos, somos agradecidos pelo seu amor e misericórdia, pedimos o fruto do espírito, consequentemente, herdamos uma vida no paraíso.

Olhando assim, o céu é algo sobrenatural, diferente de qualquer coisa que nossa mente possa comparar. (1 Coríntios 2:9).

Insta dizer então, que nossa esperança de viver numa era agraciada com a vida e o amor de Deus plenamente, com a não existência do poder da morte e pecado sobre nós, é apenas uma sombra comparada, isto é, um reflexo de pouca expressão de quão maravilhosa era nos aguarda.

Nossa mente jamais pode compreender o céu como ele é, por isso Jesus ao se referir ao mesmo, em diversas passagens, utiliza-se de figuras de linguagem, sintetizando como o mesmo é, bem simples, porém profundo.

É bom que se diga, que céu é um estado imediato após a morte, para onde os espíritos dos santos filhos de Deus vão e numa época futura, a morada na nova Jerusalém, nesta terra (planeta), porém transformada.

Compreende-se o paraíso como sendo um lugar celestial, sobrenatural, a espera dos fins dos tempos, o Apocalipse se cumprir para se tornar visível na terra.

Novos céus, nova terra, não passa de uma continuação daquilo que nos foi destinado após guardar a fé na palavra de Deus.

Para terminar, céu não é um lugar cheio de nuvens, onde o salvos parecem mais drogados em câmera lenta, o céu é um lugar inimaginável, porém com as alusões feitas pela palavra de Deus, nenhum filme, com os melhores efeitos especiais, poderia reproduzir sua magnitude e beleza, bem como o sentimento que teremos, a vida daquele lugar, alegria, prazer, e o mais importante, estaremos com Deus para todo o sempre, contemplando sua beleza e eternamente estaremos vivendo uma nova história, novas descobertas, o universo será pequeno para tudo que nos espera.

Que Deus vos abençoe e espero que este texto lhes tragam os mesmos sentimentos de esperança e alegria, que senti ao escreve-lo.

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A Importância do batismo nas águas e da Ceia do Senhor:
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