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"Bem aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na Lei do Senhor. Bem aventurados os que guardam suas prescrições e o buscam de todo o coração; não praticam iniquidade e andam nos seus caminhos. Tu ordenaste os teus mandamentos, para que os cumpramos à risca. Tomara sejam firmes os meus passos, para que eu observe os teus preceitos." Salmos 119:1-5



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terça-feira, 3 de julho de 2012

Onde foram parar as 10 tribos perdidas de Israel? Será que estão perdidas mesmo?



Se pegarmos a própria palavra de Deus veremos que a mesma nos dá a resposta para essa indagação, mas antes quero levantar alguns argumentos que certas tem feito com relação a tema.

Há um surgimento de grupos que dizem que as 10 tribos (todas menos Judá e Benjamim) estão perdidas em muitas nações após o exílio assírio e babilônico.

Alguns dizem que estão em países da África, China, Irã, Índia, até mesmo nas Américas.

Bem queridos leitores, isto não passa de pura especulação! É óbvio que nessas nações para onde foram exilados, muitos do povo hebreu assimilaram a cultura, religião e se ligaram ao povo daquela localidade, perdendo assim sua identidade.

É preciso ter um conhecimento histórico bíblico e extra bíblico para falar com exatidão sobre o assunto, no caso, tenho os dois e por isso tentarei explicar essa confusão que muitos tem feito.

Após a morte de Salomão, o reino unificado (as 12 tribos) da nação israelita foi quebrado, sendo que ficaram Judá e Benjamim sob o nome de Judá, a tribo de Levi que não era contada, em sua grande parte ficaram no chamado reino do sul, que era Judá (Judá, Benjamin e boa parte de Levi, que serviam ao Deus de Abraão em princípio).

A outra parte (10 tribos) ficaram com Jeroboão, que instituiu o culto a deuses pagãos, sendo chamado de reino do norte, ou Israel.

O reino do Norte (Israel) foi exilado não pelo império babilônico, mas sim pelo império Assírio e bem antes do exílio do reino do sul (Judá). Criando assim a Samaria, onde se misturou os povos das 10 tribos (os pobres) com outras nações que para lá foram levadas, por isso que na época de Jesus os judeus não se davam com os samaritanos, pois eram mestiços do remanescente de Israel com os povos de outras culturas, tendo um judaísmo falsificado, ecumênico.

A bíblia fala mais sobre o exílio do reino do sul, que durou 70 anos e logo após o regresso dessas tribos (Judá, Benjamim e Levi). O fim do exílio do reino do norte não é mencionado, porque nunca ocorreu esta restauração ( 1 Crônicas 5:25-26) .

PORÉM É IMPORTANTE MANTERMOS ATENÇÃO AO TEXTO BÍBLICO:

Em livros como Esdras, Reis, Neemias, bem como nos evangelhos como, por exemplo, em Lucas 2:36 onde vemos uma mulher que pertencia a uma das 10 tribos de Israel (Aser), temos relatos que MUITOS dessas 10 tribos do reino do norte (Israel) não se perderam, pelo contrário, escolherem se ajuntar com as tribos do reino do sul.

Na época mesmo da ruptura da unificação dos reinos sob Roboão, muitos das 10 tribos do norte escolheram ficar com o reino do sul, antes mesmo do exílio como vemos em 2 Crônicas 11:14-17; 15:9 e 19:4).

Outra época em que muitos do reino do norte que já estavam no exílio se ajuntaram com o reino de Judá, foi quando este estava voltando do exílio babilônico para sua terra (Vide nos livros de Esdras e Neemias).

O fato é que a Assíria e a Babilônia receberam tanto o reino do norte como o sul, sendo que a Babilônia dominou a assíria depois, fazendo uma mistura entre os dois reinos (Jeremias 50:33).

Se lermos o Novo Testamento veremos ainda que o mesmo em parte alguma fala em tribos perdidas, pelo contrário, encontramos os apóstolos falando às e das 12 tribos como em Atos 26:7, Tiago 1:1, Atos 2:14, 22. Natanael foi chamado de israelita (João 1:47).

Em Apocalipse temos textos onde se refere as 12 tribos de Israel nome a nome na parte dos selados.

Há também livros históricos como o de Flávio Josefo que fala a respeito das tribos que foram dispersas, mas não diz que há tribos perdidas.

Para resumir e concluir, na época de Jesus as 12 tribos existiam e não tinha nada de “10 tribos perdidas”.

Mesmo após a diáspora (ano 70 d.c) que o império romano impôs sobre o povo hebreu (mais um exílio de quase 2 mil anos), não tem essa de tribo perdida! O negócio é que o povo judeu é uma mistura de todas as tribos, mas Deus sabe quem é quem, ou seja, quem é de cada tribo.

Há ainda muitos judeus espalhados pelo mundo, mas não tem essa de tribos perdidas. O fato é que o Senhor Deus de Israel, através de Jesus (Yeshua) reunirá todos que andam dispersos (não perdidos) para seu retorno Jeremias 23:5-8.

O povo judeu atual não são apenas oriundos de duas tribos como dizem, mas são a mistura das 12 tribos, a única que desapareceu foi a de Dã, sendo substituída por um dos filhos de José. Só que muitos ainda estão habitando em outras nações, faltam ainda muitos voltarem para sua terra.

O norte trouxe os primeiros dispersos da diáspora (Alemanha, Rússia, Polônia, Irã, Iraque e outros países do Oriente médio). Devagar as outras nações estão enviando os outros filhos de Israel (Estados Unidos que possui uma colônia judaica imensa, Brasil, Argentina e outros).

Quem é de origem judaica, sabe que é descendente de alguma das 12 tribos, assim não tem como subsistir essa teoria das 10 tribos perdidas, pois não há tribo perdida. Muitos estão sendo levados para Israel, como grupos que permaneceram fiéis a Torah e aos costumes judaicos em localidades como na Índia, Somália, Nigéria, Etiópia e até na China.

O Rabi Akiva desta forma estava completamente errado em sua tese que as outras 10 tribos estavam perdidas para sempre, se ele lesse mais a bíblia e não ficasse tão dedicado a ensinamento de homens, veria que a própria narra a história!

Termino pedindo para que cada pessoa que crê na palavra de Deus, continue ou comece a interceder sempre pelo povo de Israel, que já sofreu muito.

Peço que leiam Romanos e entendam o quão importante é o amor de cada cristão pelo povo de Israel. Lembrem-se, a cegueira espiritual do povo judeu é a causa da misericórdia para os gentios (nações), quanto mais será quando receberem a revelação do seu Redentor!

Que Deus vos abençoe, e que todo anti-semitismo caia por terra! (Isaías 40:1).

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terça-feira, 20 de março de 2012

Os judaizantes atuais (os judeus do Paraguai – falsos judeus)


Há uma percepção em mim, que tem se levantado o mesmo espírito que se levantou nas Igrejas do primeiro século, o espírito judaizante.
O que é um judaizante?
É o indivíduo ou um grupo de pessoas que estão entre meio termo, isto é, não são aceitos pelos judeus por não serem considerados judeus, mas os próprios judaizantes não querem ser taxados de cristãos também, assim não são um nem outro, por um é desprezado e despreza o outro.
São pessoas que crêem em Jesus, mas que também querem mesclar muita coisa da religião judaica, principalmente aquilo que já foi abolido na cruz de Cristo e até mesmo inserem doutrinas de homens.
O fato é que na verdade estão mais perdidos do que cego em tiroteio! Fazem uma bagunça teológica que depois nem eles mesmos sabem mais quem são.
Cada vez mais acrescentam doutrinas, usos e costumes, tudo coisa do homem.
Vemos Paulo combatendo muitos que tinham este tipo de “evangelho”, como por exemplo em Gálatas 1:6-23, onde Paulo chama a atenção dos crentes pois estavam deixando-se levarem por ventos doutrinários, preceitos desnecessários.
Ora, um dos argumentos dos judaizantes é que Jesus não veio fundar uma nova religião, mas dar seguimento na religião que Deus tinha feito. Estão completamente errados. Primeiro que a palavra religião significa “religação”, e quando Cristo veio, ele trouxe uma “nova religação” sim, pois a nova aliança é um caminho muito melhor do que a da antiga.
Porém ainda digo que Deus nunca fundou uma denominação, isto é coisa que os homens fundaram, nem Moisés fundou a nomenclatura “judaísmo”, isto veio bem depois.
O negócio é que querem introduzir obrigatoriamente entre os cristãos, símbolos e tradições que não são colocados para a Igreja, como por exemplo o uso do kipá, de talit, tefilim, comemorações de festas, guarda do sábado, orações e musicas em hebraico, vestimentas.
Tudo isto não passa religiosidade!
Vejo que estas pessoas estão confundindo as coisas, o amor por Israel com a “idolatria à Israel”. Os judaizantes tendem a criar no estereótipo judaico um fascínio.
Existem grupos que faltam pegar um judeu (não cristão) e adorá-lo! É uma cegueira espiritual tremenda.
Há grupos também que viajam na “maionese”, em busca em sites de genealogias, algo que fala que o mesmo é descendentes de judeus, através do sobrenome, aí ele vê lá que tinha algum judeu que tinha Silva no nome e por isto ele é judeu e serve como uma desculpa para ser um judeu (só que judeu do Paraguai).
Só com este dado dá para se ver uma fragilidade na alma, uma tentativa de auto afirmação, em ser importante através da carne, coisa que a bíblia rebate fielmente!
Creio eu, que é um fanatismo de muitos que não tem uma mentalidade e uma fé firmada sadia, que se enveredam por estes caminhos, outros é para chamar a atenção mesmo ao montarem uma seita e heresia.
As pessoas querem se desvincular da igreja católica (que é algo excelente), tomando caminhos desnecessários. Por isto surge estes negócios de só falar Yaho, Yeshua, tem que usar kipa, tem que fazer oração em hebraico e estas coisas...
Contra estes judeus do Paraguai, Paulo em Filipenses 3:2-21 faz uma exortação fortíssima contra estes que querem se rebelar contra a liberdade que se há em Cristo!
O próprio Paulo fala que deixou o judaísmo (pois o judaísmo não era mais fiel à Deus, estava mais carregado de leis humanas que mandamentos divinos – e isto até hoje em dia é bem pior).
O evangelho é algo espiritual, os judaizante buscam coisas que são da carne, e isto Deus não aprova (Filipenses 3:18-19).
Meus querido leitores, quando Paulo fala em Romanos 2:29 que todo que aceita à Cristo se torna um judeu, temos que notar também o que diz nos versículos anteriores, pois o verdadeiro judeu não é o que tem sua fé firmada na carne, na religiosidade, mas sim no espírito, na Lei de Deus, a lei da liberdade em Cristo e não na lei que é da maldição.
Sobre isto, deixarei logo abaixo postagens que tratam do assunto.
Voltando a Paulo, o mesmo reputava ser judeu na carne, reconhecido como o mesmo, tudo isto como “bosta”. Para Deus não há judeu e nem grego agora, mas um só povo, o Israel de Deus.
Alguns judaizantes gostam de pegar o texto de Efésios 2:11-22 para dizer que temos que seguir o judaísmo, pois somos um só povo. Perceba a confusão!
Ser um só povo não significa seguir o judaísmo. Paulo estava dizendo que tanto gentios convertidos como judeus convertidos eram um só povo.
Os judeus que não se convertem à Cristo não tem revelação de nada e não SÃO POVO DE DEUS. Se fossem povo de Deus aceitariam à Jesus, e estariam salvos. O que os judeus não cristãos possuem é uma promessa onde no futuro o remanescente será salvo (este é o povo de Deus).
A palavra de Deus diz que nem todo de Israel é israelita, em outras palavras, não é porque alguém é judeu na carne, que significa que é do povo de Deus!
Quem é de origem judaica de verdade, sabe que os judeus não possuem revelação, muitos estão mais pertos da reencarnação, ateísmo, esoterismo, hinduísmo do que da Torah.
A salvação vem dos judeus (Jesus), mas isto não significa que estão salvos. Devemos separar as coisas para não incidir no erro. Muitos começam a “imitar” os judeus e “brincar” de judaísmo (para mim é o que acontece) sob o pretexto que os judeus que não crêem em Cristo têm a revelação. Ora, se tivessem aceitariam a Jesus.
Amar o povo judeu não significa aceitar coisas que estão erradas! Eu amo o povo judeu, é meu povo, mas isto não significa que tenho que defender coisas que a palavra de Deus não aprova.
Finalizo com o texto de Tito 1:10-16 que diz:
 “10  Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,
11  Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância.
12  Um deles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos.
13  Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé.
14  Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade.
15  Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados.
16  Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra.”

Por isto devemos nos afastar dos que querem negar a liberdade outorgada por Jesus na cruz. Deus não está vinculado a religiosidade. Devemos saber que Ele está na busca de adoradores que o adoram em espírito e em verdade.

Não pecado alguém querer usar um kipá, não comer porco, celebrar alguma festa, porém isto não pode jamais virar uma doutrina de salvação, que caso alguém descumpra, incorre no erro.
A lei cerimonial foi abolida na cruz, quanto mais mandamentos de homens.

Não devemos dar ouvidos a estas heresias.
  
Que Deus vos abençoe, orem e amem a nação de Israel e os judeus que não aceitaram AINDA a Jesus, mas não idolatrem e nem deturpe a palavra. Deus é espírito e busca os espirituais, o que provem da carne não serve para o Senhor.
Saibas que na sua veia corre o sangue judeu, o sangue de Jesus, e é esse que importa!

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Devemos guardar o sábado ou o sétimo dia?


Aqui está a grande diferença do conceito de sábado de Moisés para o sábado de Cristo.
O Senhor Deus no quarto mandamento nos mandou lembrarmo-nos de guardar ou observar o sábado, não fazendo obra, melhor dizendo, não trabalhando, mas em pelo menos um dia da semana devemos estar nos consagrando à Ele, nos reunindo para adorar, pondo nele nosso descanso.
Ora, podemos então ver que tal mandamento também é um bom mandamento para os crentes atuais, pois todos devemos tirar um dia de descanso e aproveitar para nos consagrar ao Senhor nele também, nos reunindo em louvor, adoração e meditação em sua palavra.
Até aqui tudo bem, porém a discrepância está na diferencia do conceito de sétimo dia para descanso.
A palavra “sábado” vem do hebraico “shabat” que significa descanso. Note que isto não significa que devemos observar (falo isto para os crentes em Jesus) o sétimo dia agora na Nova Aliança.
Devemos observar o nosso descanso, que é Cristo Jesus, pois Ele mesmo falou “vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e apreidei de mim, que sou manso e humilde de coração e encontrarei descanso para vossa alma” (Mateus 11:28-29).
Note que sétimo dia é uma coisa e o sábado, o descanso em Deus é outra!
A observância do sábado vinculado com o sétimo dia veio ligada com a Lei mosaica, ao que antes disto, o povo de Deus não separava-se no sétimo dia, nem os patriarcas.
Vemos que este mandamento foi dado por Deus à Moisés ao se referir na criação que Deus escolheu o sétimo dia para descansar. Então o sábado deveria coincidir com o dia sete.
Porém com Cristo, nos foi dada a revelação completa do significado deste descanso.
A guarda do sétimo dia foi abolida com a graça de Cristo, ao que a observância do sábado saiu das “sombras da antiga aliança” foi nos deu a real definição dele.
Veja que Jesus disse com relação ao sétimo dia: João 5:16-18 o Senhor Jesus disse que Deus trabalhava no sétimo dia da semana e por isto ele também trabalhava. O texto também ressalta que Jesus quebrava o sábado (não observava o dia sétimo).
Há os que falam que Cristo nesta ocasião não estava quebrando o sábado, pois estava fazendo o bem, curando.
Porém Mateus 12:1-14 vai mais além, pois ali vemos Jesus e seus discípulos quebrando literalmente o ordenado ao colherem alimentos, laborando para seu sustento nas searas.
Sendo que também criticou os fariseus ao dizer que ninguém guardava o sábado da forma que eles queriam, nem eles mesmos.
Ao final, ele diz que é Senhor do sábado, ou seja, pode mudar a forma como se observa e isto ele o fez, pois no sábado não precisamos nos privar de afazeres, desde que viemos a entender a misericórdia de Deus, estarmos dispostos a fazer a obra do Senhor.
Em outra passagem, a bíblia fala que não foi o homem feito por causa do sábado, mas o sábado por causa do homem (Marcos 2:27). Que significa isto?
Que a escolha do dia descanso no dia sétimo foi por causa do homem, para o disciplinar em pelo menos um dia ficar na presença de Deus e também descansar, não estressar. Foi uma conduta de vida baseando-se que o verdadeiro descanso só viria com Jesus. Ele é nosso verdadeiro sábado e não está ligado a nenhum dia da semana.
Em 2 Pedro 3:8 vemos isto mais explicitado, pois como pode 24 horas ser um dia para o Deus que é o Eterno, onde o próprio Pedro diz que um dia para Deus pode ser mil anos?
Assim, a maior diferença entre o sábado de Cristo e o de Moisés é o descanso. No de Cristo ele é nosso descanso, no de Moisés o descanso está vinculado a um dia da semana e isto Cristo desfez na cruz, dando o verdadeiro sentido ao sábado.
Paulo reforça o argumento em que a guardo do dia semanal sétimo não precisa mais em Colossenses 2:16.
Terminando, Hebreus 3:11 diz que Cristo é nosso sábado, o descanso. Onde não é domingo, nem terça, nem sábado sétimo, pois Cristo é nosso descanso em todo o tempo e todo o tempo devemos observá-lo HOJE.
Concluindo, nosso sábado é Jesus Cristo e não o dia sétimo da semana, assim todo aquele que em Cristo está, observa também o quarto mandamento, escolhendo sempre um dia propício para uma consagração e em todos os dias observando seus mandamentos e estilo de vida, pois se Deus salva à todos, todos os dias, então nosso Deus trabalho todos os dias em prol da sua obra e mesmo devemos fazer!
Que o Senhor Deus, o Eterno, vos abençoe e procure entrar no descanso de Deus, que é Cristo Jesus, o nosso shabat!
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Por que a maioria dos judeus não aceitou e não aceita Jesus como o Mashiach (Messias)?


Existem muitas explicações na bíblia para tal atitude, algumas outras explicações não bíblicas são ridículas e completamente fora do contexto.
Biblicamente falando, a palavra de Deus nos dá profecias que isto ocorreria e também revela o motivo para isto.
Poderia citar muitas, porém vou me ater a algumas, principalmente as do livro de Romanos e Isaías.
Posso dizer que o livro de Romanos é o que mais explica tal rejeição da nação judaica da época por Jesus, tal como os judeus atuais também não o aceitam.
Romanos em boa parte, já nos explica um dos motivos para os judeus não crêem em Jesus. A Lei de Moisés! O amor a uma antiga aliança, um antigo sacerdócio foi algo que causou até dissensões na Igreja do primeiro século, ocorre hoje em dia também, pois muitos seguem coisas que já foram abolidas na cruz.
Jesus veio cumprir a Lei, e cumpriu (Mateus 5:17), mas após a cruz, onde tudo se consumou, foi mudado o sacerdote, os rituais, dando um sentido para aquilo que era a sombra, coisas na Lei de Moisés que eram apenas símbolos daquilo que seria um dia verdadeiro, com Cristo Jesus, isto se tornou!
Assim, um dos maiores empecilhos para a conversão ou inclusão nesta nova aliança mediante Jesus dos judeus, foi a não vontade de se libertar da maldição da Lei, e ir para a Graça redentora de Cristo, a Liberdade que vem pela fé.
Outro ponto que posso citar, foi uma rebeldia repetida pelos israelitas durante muito tempo, sendo implodida no cativeiro babilônico e indo muito mais forte na época de Jesus por se mostrarem ainda rebeldes ao amor e salvação divina. Isaías 65:2 nos mostra isto ao dizer que Deus tinha se cansado de estender a mão para um povo rebelde, que seguia seus pensamentos e não os do Senhor.
Estes dois pontos citados levam a outros preditos em profecias, tais como os descritos em Romanos 9:6 que fala que nem todos os de Israel eram israelitas, ou seja, ser filho de Abraão na carne não significa que é seu filho espiritual, pois o verdadeiro filho de Abraão é o da promessa, o espiritual (Romanos 9:8).
Tais coisas fizeram o Senhor Deus endurecer o coração dos israelitas como fez com o coração de faraó (Romanos 9:15-18). Este ponto aqui é muito importante, pois aqui entendemos a rejeição que Jesus sofreu pelo povo judeu expresso em João 1:11 que diz que Jesus veio para o que era seu (o povo judeu) mas estes não o receberam, sendo que tal rejeição abriu caminho para outros que estavam longe, ou seja, os que não eram da nação de Israel foram chamados e tiveram a revelação que os judeus não tiveram.
Nisto entra o que sempre gosto de frisar, a soberania e sabedoria divina, que por mais “incoerente” seja para a mente humana, é sempre corretíssima em suas atitudes e vontades.
Há duas revelações previstas com relação a salvação gentílica e judaica. Nesta primeira vinda de Jesus aqui na terra, a salvação já tinha sido profetizada que seria para os gentios, senão vejamos:
Oséias 2:23 diz que seria chamado um povo que não era do povo de Deus para ser o povo dele; Salmos 18:43 diz que um povo que não era conhecido servirá o Messias, os gentios; Isaías 11:10 diz que os gentios seguiriam ao Messias; Isaías 49:6 diz que Jesus seria a luz para o gentios; Isaías 66:19 fala que Israel seria destruído nesta primeira vinda do Messias, sendo que os que escaparem (da perdição sem Cristo), pregariam o evangelho para as nações, os gentios.
Por fim, em Atos 28:28, o apóstolo Paulo declara que está primeira vinda de Jesus, a salvação que com ela está, ou seja, o evangelho foi destinado ao gentios, e isto está no final de Atos, após diversas tentativas deste apóstolo de salvar os judeus, ele reconheceu que “poucos” se salvariam, pois Deus endureceu seus corações para que não crescem, para que com os olhos não vissem e nem se convertessem!
Então, com se dará a salvação dos judeus?
Primeiro devemos entender que mesmo com esta rejeição parcial e temporária de Deus por Israel, um bom número de judeus desde aquela época até hoje, tem crido em Jesus como seu Messias.
Os argumentos mais utilizados pelos judeus que não crêem em Jesus são que ele não ressuscitou, mas que seu corpo foi removido pelos seus discípulos que plantaram então uma “mentira”, sendo que tal argumento surgiu já na época de Cristo como vemos em Mateus 28:11-15.
Outro argumento dos que não creram e não crêem, é que Jesus não cumpriu com boa parte das profecias messiânicas, pois muitas não falam também de um reino messiânico visível, e não somente espiritual.
Ora, quem teve revelação do evangelho, sabe que Cristo em sua primeira vinda veio para purificar a terra e escolher um povo para ser sua noiva, ao que, após isto se dará o arrebatamento e depois se dará sua segunda vinda, onde aí sim se cumprirá a outra parte da profecia, onde ele estabelecerá seu reino de forma visível.
Se você já ouviu que os judeus não crêem em Jesus porque não se fala Yehoshua, isto é um grande erro, pois tantos judeus cristãos do primeiro século que moravam em outras nações como os de hoje que crêem em Jesus, não o chamam apenas na forma hebraica, mas também na língua onde estão. Vide o grupo “Jews for Jesus”, ou seja “Judeus por Jesus” que é um grupo de judeus que pregam a Cristo para outros judeus não inseridos na nova aliança.
Então, como se dará a salvação completa da nação, do povo nacional judeu?
Na segunda vinda de Jesus! Os judeus que tem crido em Jesus como Messias tiveram a revelação, assim como todo crente em Jesus, independente da etnia, que a salvação do Israel nacional será completamente neste tempo.
Em Romanos 11:1-32 traz uma grande explicação do futuro de Israel, pois Deus ainda que tenha o endurecido, não o rejeitou, sendo que para a época da segunda vinda de Jesus, Deus tem reservado o remanescente fiel deste povo, sendo que atualmente e como nos dias da Igreja primitiva, a salvação tem sido dada a poucos judeus, ao que a plenitude se dará no final dos tempos.
Então finalizando o artigo, peço que cada leitor possa estar intercedendo por este povo, meu povo, nosso povo que precisa muito da misericórdia de Deus, pois assim como os gentios não buscavam a salvação e esta veio até eles pela misericórdia, os mesmo está acontecendo com os judeus, para que ninguém se glorie, porque o Senhor encerrou todos debaixo da desobediência para que use de misericórdia.
A salvação veio primeiro à eles por serem portadores da palavra, por isto todas as nações que hoje experimentam a revelação de Cristo, tem uma dívida de amor para com os judeus.
Que Deus vos abençoe e crie em cada um coração intercessor pelas nações, incluindo a nação de Israel e o povo judeu.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A lei e a graça, um anula o outro?


Esta é uma questão que levanta muitos desentendimentos por parte de diversos seguimentos do meio evangélico e outros não evangélicos, onde a temática “Lei e graça” parecem digladiar entre si, ou seja, se há lei então não há graça e se há graça então não há lei.
Quem se insurge com este tipo de pensamento está equivocado na doutrina da bíblia, pois em momento algum vemos a palavra de Deus dizer que um não pode conter o outro.
Temos como respaldo o texto de Romanos 8:2-4, onde se menciona que o Espírito de vida tem a Lei de Deus ainda, que em si aniquilou a lei do pecado e da morte. Em Romanos ainda, no capítulo 7:22-25 vemos que há uma grande diferença em lei de Deus e lei do pecado.
Há lei ainda para quem esta vivendo na graça (Romanos 7:12-14), pois esta nos instrui no caminho da graça. Devemos entender que fomos libertos da maldição da lei e não da lei que nos direciona a vivermos uma vida em santidade.
Ora, sem a lei não saberíamos o que seria desagradável ao Senhor (Romanos 7:7), mas devemos entender a maldição que em nós operava (o salário do pecado é a morte, tanto espiritual como física), já não tem o poder sobre nós que estamos na graça.
Parece complicado, mas é muito simples!  Em Deuteronômio 11:26-28 temos a nítida  compreensão de que, o descumprimento em se manter sempre em separação do pecado acarreta a maldição, sendo que ninguém consegue esta façanha! Qual pessoa consegue depois que conheceu ao Deus verdadeiro e entregou a sua vida à Ele, não cometer mais pecados? A reposta é simples, ninguém!
Assim o era antes do advento de Cristo nos outorgando sua graça. A obediência à lei era mais uma imposição do que algo natural, pois com Cristo seguimos a lei não por imposição, mas com naturalidade que nos foi concedida pelo Espírito Santo. É necessário frisar que as pessoas que serviam a Deus antes de Jesus não lhes tinham sido dado o Espírito Santo como agora o é. Então era algo dificílimo seguir em santidade. Isto é reforçado com o texto de Jeremias 31:31-33, onde vemos o Espírito Santo escrevendo não em tábuas de pedra, mas sim nos corações dos homens a sua lei.
Então podemos dizer que a Lei antes era algo externo, sendo que na graça a lei é algo interno!
Diante disto, posso afirmar que existe então a lei para os que estão na graça, a Lei do Espírito, da liberdade, pois mesmo que não somos aptos para viver uma vida em perfeita santidade neste corpo, a maldição da Lei não pode nos alcançar enquanto permanecermos com Cristo.
Observe que isto não nos libera para pecar, pelo contrário, se a Lei de Deus está em nossos corações, somos nova criatura, nascemos de novo e o pecado não pode ser o senhor de nossa vida, pois não podemos servir a dois senhores, e se Deus é o Senhor de nossa vida, vamos procurar naturalmente seguir o padrão de vida que Jesus tem pra nós.
Isto é outra coisa importante. Jesus não veio revogar a Lei de conduta de vida (Mateus 5:17), o que Ele aboliu em sua carne foi a Lei ritualística.
O livro de Hebreus é claro ao afirmar isto em muitas passagens, tal como em Hebreus 7:11-28. Jesus mudou a Lei sacerdotal, ritualística que em nada aperfeiçoou alguém, bem como a lei que mostrava sombra de coisas futuras. Por exemplos: na lei mosaica era necessário sacrifício de animais para a remissão de pecados, com Cristo ele mesmo foi o sacrifício, que foi perfeito; outro exemplo: na lei mosaica tinha os alimentos que eram considerados imundos, tal como o porco, com Cristo isto foi mostrado que era sombra de coisas espirituais, pois estes representavam a imundícia dos espíritos malignos,ao que Deus mostrou que tudo que ele fez é bom, e não é o exterior que suja a vida espiritual do homem, mas seu interior, não o comer.
Perceba então que isto, estas leis penosas, foram aniquiladas com a graça salvadora, o julgo leve e suave de Jesus (mas não deixa de ser um julgo).
Resta lembrar que leis como não matarás, não adulterarás, não furtarás e outras do gênero, são lei de conduta e não eram sombra de nada, pois tais coisas são obras da carne e isto desagrada à Deus e continua sendo algo que devemos nos afastar (Gálatas 5:19).
Não somos mais justificados pela Lei, mas pela graça do sangue de Cristo, porém quem vive no Espírito se afasta do pecado, porque nele habita o poder de Deus.
Romanos 2:12-16 diz mais, onde tal justiça vem porque as pessoas que possuem este selo de Deus em sua vida, pratica a lei naturalmente, pois mesmo os que não nasceram debaixo da lei, se a fazem mesmo sem ter seu conhecimento, ou seja, a cumprem sem imposição, porque a mesma esta no seu coração pelo Espírito de Deus, estes serão justificados pelo seu cumprimento através da graça.
Para terminar, muitos antes de Cristo e até mesmo entre judeus atuais confiam na carne, isto é, em uma circuncisão que é na carne, na guarda do sábado (que é um ritual iniciado na lei mosaica e não com Abraão), guarda de dias, abstenção de alimentos, fábulas, genealogias, e outras coisas que são coisas de uma lei que em muito não era perfeita (pois precisou ser substituída por algo que era perfeito, não sombra, mas revelação de mistérios ocultos, Jesus com a Lei do Espírito) estão debaixo de uma direção não espiritual, mas sim carnal.
Jesus retirou qualquer auto-justificação com seu sacrifício na cruz, assim como em Romanos 8:1, não devemos mais confiar no nosso esforço, pois quem é guiado pelo Espírito, não confia mais em si mesmo, mas crê que foi justificado por Cristo, a pessoa que pagou o preço e para estes, não há condenação.
Que Deus vos abençoe e fiquem muito atentos para o que foi dito neste artigo.
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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Pêssach: a verdadeira páscoa


Nem ovinhos de chocolate, nem coelhos, nem semana santa, nem proibição de comer carne vermelha são ou representam alguma coisa da Páscoa!
Pois bem, o que seria a Páscoa? Primeiramente temos que saber quando e o motivo que a fez surgir.
No livro de Êxodo 12:1-28, nos relata o início da celebração da Páscoa tido como um mandamento e a principal de todas as celebrações anuais. Temos que entender que, quando foi instituída, o povo de Israel estava passando por uma mudança tremenda de vida, ou seja, estariam deixando de serem escravos de faraó, para se tornarem livres para uma vida diante de Deus, rejeitando com isto o Egito para uma conquista de uma terra prometida, a terra que “mana leite e mel”.
Ora, tal instituição também se deu por ser o cumprimento de uma promessa feita ao povo de Israel, em primeiro a liberdade e sem segundo a proteção sobre suas vidas, sendo então décima praga dirigida aos primogênitos, “todo primogênito seria morto” (Êxodo 11:4-9), porém tal instituição (Páscoa) trazia esta proteção, que quando o cordeiro fosse morto, seria necessário pegar o seu sangue e passar nas ombreiras e na verga da porta em toda casa que comessem, e na casa que não tivesse isto (o sangue), o anjo da morte entraria e ceifaria o primogênito.
Como vemos tal celebração não tem nada haver com a Páscoa dita “cristã”. Primeiro porque a carne do cordeiro é vermelha (muitos acham que é pecado comer carne vermelha nesta semana, então só comem peixe); não tem coelho (ainda por cima, o coelho é tido como um animal imundo); não tem ovos de chocolate (mas sim ervas amargas e um pão chamado de asmo Êxodo 12:8). Assim, a Páscoa tem que ser mais um dia para refletir como um sinal de transição, de sacrifício, proteção e providência, do que propriamente celebrar como uma data festiva e muito comercial.
Os judeus atualmente a celebram nestes moldes do livro de Êxodo, porém faço ressalvas. Primeiro que eles fazem algo que não esta neste mandamento, que é a chamada “cadeira do profeta Elias”, eles põe uma cadeira vazia e chamam o espírito de Elias para vir junto deles (não tem nada de bíblico nisto). Segundo o fazem sem entender seu significado verdadeiro. Ora, eu amo os judeus, pois são meus irmãos, o povo escolhido de Deus, porém por causa da dureza do coração não conseguem ter a revelação pura do significado da páscoa e a quem ela se refere. No livro de 2 Coríntios 3:14-17 o apóstolo Paulo diz que sobre o coração do povo judeu está posto véu, que mesmo quando lêem a Torah (os livros da Lei de Moisés) não conseguem ter a revelação da seu significado, mas quando alguns se convertem ao Senhor, tal véu e tirada e lhes é mostrado a liberdade conquistada pelo cordeiro da páscoa.
A tradução do significado da páscoa é muito importante. Em Hebreus 10:1, diz que a Lei, isto é, a antiga aliança, trazia com ela a “sombra” das dádivas que Deus daria para seu povo, que seria a liberdade da maldição do pecado, da morte, renovando assim aquilo que foi perdido com Adão lá no Éden. Então todo o simbolismo impresso na Lei, tem um significado das coisas celestiais e futuras que aconteceriam.
A Páscoa em si nos dá o sentido de mudança, transição, passagem de uma vida para outra. O que seria isto então?
O Egito simboliza o mundo, os prazeres que o mundo oferece, o pecado que escraviza e não deixa o povo ser livre para adorar à Deus; faraó simboliza o diabo, aquele que trabalha e se esforça para manter a humanidade escravizada e longe de Deus.
Diante disto, surge o plano de Deus para o ser humano, a redenção através da morte de um que seria perfeito (pois o cordeiro tinha que ser sem defeito), trazendo a reconciliação. Este cordeiro foi Cristo Jesus, o Messias (Yeshua Mashiach), o Salvador ungido, que não cometeu pecado (Hebreus 4:15), sendo sacrificado para nossa remissão.
O sangue do cordeiro era o sinal de proteção, pois como dito anteriormente, a casa que não tivesse o sangue seria visitada pela morte. Com Jesus ocorre o mesmo, com o seu sangue nos dá proteção contra a morte (não propriamente a morte do corpo, pois o mesmo tem que passar por isto para receber um corpo glorificado, limpo de pecado e de fraquezas), a condenação do inferno, proteção contra o diabo, contra o pecado, contra a maldição.
Atualmente, com o sangue de Jesus temos uma Nova Aliança, como feita com Abrão (Genesis 14:18) através do vinho e do pão, realizado na Ceia. Jesus quando estava na semana de sua morte na cruz, o mesmo estava reunido com seus discípulos celebrando a Páscoa, mas neste mesmo momento Ele também instituiu a ceia como um mandamento e uma recordação de que o cumprimento da promessa que foi profetizada por Moisés ao instituir a Páscoa foi cumprido!
Não é mais necessário o sacrifício do cordeiro, pois o cordeiro já foi sacrificado não sendo necessário tal feito outra vez porque o sacrifício foi perfeito e ele é para sempre, não tem prazo de validade. Uma vez que com seu sangue Ele se tornou nosso sacerdote, jamais deixará de ser, pois Ele se tornou sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque (Hebreus 7:3-28).
Diante disto então, temos acesso para a verdadeira Terra Prometida como dita em Apocalipse 21. Jesus é a nossa Páscoa (passagem) para a vida eterna com Deus, em liberdade e com graça perante nosso Eterno Deus.
Finalizo o texto com esta mensagem, para que na Páscoa você venha a lembrar dela com seu verdadeiro sentido e crendo que sobre a sua vida está o sangue do cordeiro lhe protegendo e te livrando do mal.
Que as bênçãos de Avraham, Yitzhak e Yaacov estejam sobre ti.
Chag Sameach (Feliz festa)!
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In English:

Passover: The True Easter

Not eggs, chocolate, or rabbits, or Holy Week, or prohibition of eating red meat are or represent something of Easter!

Well, what would Easter? First we have to know when and why that did arise.
In the book of Exodus 12:1-28, tells us the beginning of the Passover celebration had as a commandment and foremost of all the annual celebrations. We have to understand that when it was established, the people of Israel was going through a tremendous change of life, ie, they would no longer be slaves to Pharaoh, to become a free for life before God, rejecting it with Egypt to a conquest of a promised land, the land "flowing with milk and honey."
Such an institution also has to be the fulfillment of a promise made to Israel in the first free and second to protect about their lives, and are then directed to the tenth plague firstborn, "every firstborn would be killed (Exodus 11 :4-9), such institution (Easter) brought this protection, which when the lamb was killed, you would get your blood going and the doorposts and the lintel of every house they ate, and the house which had this (the blood), the angel of death would come and reap the firstborn.

As we see this conclusion has nothing to do with Easter so-called "Christian". First because the lamb is red meat (many think it is a sin to eat meat this week, then only eat fish), has no rabbit (moreover, the rabbit is considered an unclean animal) does not have chocolate eggs ( but bitter herbs and unleavened bread called Exodus 12:8). Therefore, Easter must be another day to reflect as a sign of transition, of sacrifice, protection and providence, than to celebrate a festive occasion and very commercial.

The Jews today to celebrate in this way the book of Exodus, but I make exceptions. First they do something that is not in this commandment, which is called the "chair of Elijah," they put an empty chair and call the spirit of Elijah to come with them (there's nothing biblical about it). Second do not understand its true meaning. Now, I love the Jews because they are my brothers, the chosen people of God, but because of the hardness of the heart can not take the pure revelation of the meaning of Easter and to whom it refers. In the book of 2 Corinthians 3:14-17 the apostle Paul says about the heart of the Jewish people is laid veil, even when they read the Torah (the books of the Law of Moses) can not have the revelation of their meaning, but when some are converted to the Lord, and that veil drawn and is being shown to the freedom gained by the Passover lamb.

The translation of the meaning of Passover is very important. In Hebrews 10:1 says that the Law, ie the old covenant, brought with it the "shadow" of the gifts that God would give to his people, who would be free of the curse of sin, death, thus repeating what there was lost with Adam in Eden. Then all the symbolism printed in the Law, has a meaning and future of heavenly things that would happen.
The Passover itself gives us the sense of change, transition, passage from one life to another. What was it then?

Egypt represents the world, the pleasures the world offers, the sin that enslaves and not let the people be free to worship God, Pharaoh symbolizes the devil, who works and strives to keep humanity enslaved and away from God.
Given this, there is God's plan for man, redemption through the death of one that would be perfect (because the lamb had to be flawless), bringing reconciliation. This lamb was Christ Jesus the Messiah (Jesus the Messiah), the anointed Saviour, who did no sin (Hebrews 4:15), and sacrificed for our forgiveness.

The blood of the lamb was the sign of protection, because as stated earlier, the house that had no blood would be visited by death. The same occurs with Jesus, with his blood gives us protection against death (not exactly the death of the body, because it has to pass through it to receive a glorified body, cleansed of sin and weaknesses), the condemnation of hell , protection against the devil, against sin, against the curse.

Currently, with the blood of Jesus we have a New Covenant, as made with Abraham (Genesis 14:18) through the wine and bread, held in the Supper. When Jesus was on the week of his death on the cross, it was meeting with his disciples celebrated the Passover, but this very moment He also instituted the Supper as a command and a reminder that the promise that was prophesied by Moses to establish Easter was fulfilled!

You no longer need the sacrifice of the lamb because the lamb has been sacrificed is not necessary that done again because the sacrifice was perfect and he is forever, no expiration date. Once with his blood He became our priest, never cease to be, because he became a priest forever after the order of Melchizedek (Hebrews 7:3-28).

Given this then, we have access to the promised land as told in Revelation 21. Jesus is our Passover (pass) to eternal life with God in freedom and kindness of our Eternal God.

I end this message with the text, so that at Easter you will remember it with its true meaning and believing that your life is on the lamb's blood protecting him and freeing you from evil.

May the blessings of Avraham, Yitzhak and Yaakov are upon you.

Chag Sameach (Happy feast)!