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"Bem aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na Lei do Senhor. Bem aventurados os que guardam suas prescrições e o buscam de todo o coração; não praticam iniquidade e andam nos seus caminhos. Tu ordenaste os teus mandamentos, para que os cumpramos à risca. Tomara sejam firmes os meus passos, para que eu observe os teus preceitos." Salmos 119:1-5



domingo, 24 de novembro de 2013

Os filhos e filhas de Jó, benção e maldição.


Sempre me chamou a atenção na história de Jó, este castigo terrível que ele recebeu na perda de seus filhos.

Perder bens materiais ou pessoas que são meros colegas e até mesmo amigo, não são nada comparados na perda de um filho, no caso de Jó, dez ao todo (sete homens e três mulheres).

Tenho um filho e outro a caminho (não sei o sexo deste ainda), e não imagino dor maior para um pai enterrar seu filho, creio que é a pior cicatriz na alma de alguém que ama seus filhos.

Jó era um pai que amava seus filhos, tanto que se preocupava com a vida espiritual deles, no entanto, por trás disso, há um revelação.

Se lermos o livro de Jó, veremos que estes não são retratados como pessoas como seu pai, e sim como festeiros, que viviam de “farra em farra”.

Vemos que seus banquetes duram dias, regados de muita comida e bebidas alcoólicas. Estes em momento algum foram retratados como pessoas que possuíam o mesmo caráter de Jó.

Algo que chama a atenção, é que Jó não participava destes “encontros” que promoviam. Naquela cultura, era comum a família se reunir, tendo como líder nestas confraternizações um chefe de família, no caso, Jó.

Jó tinha que oferecer sacrifícios por seus filhos continuamente, talvez por ver a situação espiritual deles.

Deus permitiu que o diabo destruísse tudo de Jó, pois tudo poderia ser restituído, no caso, em dobro, porém pessoas são infungíveis, não podem ser substituídas por outras iguais, ainda mais um filho.

É engraçado que, em tudo Jó recebeu em dobro, no tocante aos bens materiais, no entanto, na época em que Deus mudou a sorte de Jó e lhe deu dupla honra, ele não teve vinte filhos, mas sete homens e três mulheres, como era antes.

O que devemos perceber, é que a benção neste caso, foram filhos diferentes dos outros, tanto que a bíblia cita nomes das três mulheres, que tem o significado de brilhar, dia, beleza. Eram formosas em todos os sentidos.

Isto mostra, que estes filhos foram diferentes dos outros, sabiam honrar a Deus.

Quero lhe mostrar, que por mais que Jó se esforçava em proteger seus filhos da ira de Deus, cabia exclusivamente a estes, a decisão.

Podemos interceder por pessoas, para a salvação delas, mas esta escolha, é individual, entre escolher a benção e a maldição.

Lembrem-se, oramos para que Deus fale ao coração das pessoas, a própria bíblia nos ensina que o Espírito Santo CONVENCE o homem do pecado, MAS ISTO NÃO SIGNIFICA QUE ELE É O QUE CONVERTE.

Após convencido do pecado, a aceitação para uma nova vida, para honrar a Deus, fica a nosso critério.


Que Deus vos abençoe e mantenham isto, salvação é individual.

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Maria, amá-la ou odiá-la:
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domingo, 17 de novembro de 2013

As tempestades virão...


É certo que ao se tornar um convertido ao evangelho não quer dizer que enquanto estivermos nesta terra, estaremos isentos de passar por tribulações.

Muitos têm esta impressão que por ser uma pessoa que está na cruz com Cristo, significa que ele não pode passar por dificuldades.

Estes por sua vez, ao passarem por provas, tendem a desviar e ainda por cima escarnecem da igreja e de Deus.

Ser de Deus não significa estar imune as lutas do mundo.

Por mais que vemos exemplos de lutas e tribulações na bíblia, onde pessoas que confiavam em Deus enfrentaram adversidades, somos tendenciosos a murmurar contra Deus.

Por não entender seus projetos, podemos pensar que Deus é fraco ou que ele não exista.

Infelizmente, a igreja está cheia deste tipo de crente, aquele que só quer o Deus de bênçãos, nunca o Deus que nos prova com fogo.

É complicado! Mesmo assim, quero deixar um texto bíblia em Mateus 8:23-27 que diz:

“Ao entrar no barco, seus discípulos o seguiram. De repente, levantou-se no mar uma grande tempestade, de forma que as ondas inundavam os barcos, Jesus, porém, dormia. Os seus discípulos, aproximaram-se e o acordaram, dizendo: Senhor, salva-nos! Vamos morrer. Ele lhes disse: Por que temeis, homens de pequena fé? Então, levantou-se, repreendeu os ventos e o mar, e fez-se grande calmaria. Aqueles homens se admiraram, dizendo: Quem é este homem, a quem até os ventos e o mar obedecem?”

Veja que as tempestades virão, porém devemos clamar pela ajuda do Senhor, que prontamente virá nos socorrer.

Um detalhe chama a atenção, a fala dos discípulos era de incredulidade, como muitos o fazem. Jesus adverte sobre isto, os chamando de homens de pequena fé.

Muitos de nós somos pessoas de pequena fé, se Deus está no nosso “barco”, não há o que temer. Se ele está no barco, nada acontecerá que frustrará seu projeto, basta só nele confiar.


Que Deus vos abençoe.

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Quando as forças se acabam
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É melhor ter uma cicatriz do que viver cultivando uma ferida

O Espírito Santo, meu melhor amigo.

A Importância de se frequentar a Igreja.


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domingo, 10 de novembro de 2013

Reconstruindo as verdades de Deus - Pr. Cláudio Duarte



Pastor Claudio Duarte

Reconstruindo as verdades de Deus.

Acesse essa e outras pregações, testemunhos e músicas em nosso canal no youtube.

Canal Templo Jovem Virtual

Que Deus vos abençoe




domingo, 3 de novembro de 2013

Iniquidade no meio da Igreja


Em Isaías 59:1-2 nos diz o seguinte: “Certamente a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar, nem surdo o seu ouvido, para que não possa ouvir. Contudo, as vossas iniquidades fazem divisão entre vós e o vosso Deusa, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça”.

Ora, temos aqui a palavra iniquidade e pecado juntas, porém cada uma com uma direção.
Iniquidade é mais ligada a algo geral, uma gama de pecados que se tornaram aceitos por todos.

Na igreja não tem sido diferente infelizmente. Muitos crentes, principalmente os jovens e adolescentes vivem uma vida de pecado e não fazem nenhum esforço para deixa-los.

O pecado está sendo aceito como algo normal e natural da “idade” ou “fase” que eles passam, assim, na igreja permite-se que a iniquidade se aloje e estas práticas que desagradam ao Senhor, tornem-se aceitas ou toleradas.

Na bíblia porém, vemos muitos jovens que ao que parecem, contradizem esta filosofia de “fase ruim” ou “fase propensa ao pecado”, como por exemplo o jovem Davi e o adolescente José, que não estavam vivendo uma vida longe de Deus, uma vida mergulhada em pecado, muito menos achando comum a iniquidade no meio em que viviam.

José, teve toda a chance do mundo para pecar ou viver uma vida no erro com desculpa da baixa idade e pelos sofrimentos e traumas que tivera.

No entanto, vemos uma dos maiores testemunhos de fé.

Por fim, Paulo, desde a mocidade se mostrava alguém fiel e prudente para com os mandamentos de Deus, e o jovem Samuel, que sempre se mostrou justo e separado.

Pense nisto, não há desculpas para aceitarmos a iniquidade em nosso meio. Não é normal adolescentes promíscuos, não é normal sexo antes do casamento por causa de “altos hormônios”, não é normal o desrespeito pelos pais, não é normal a falta de temor à Deus por causa da pouca experiência.

Não é normal a igreja ficar omissa!


Que Deus tenha misericórdia dos rumos que a fé evangélica tem tomado!

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O juízo final


De certa forma, este é um dos assuntos mais importantes da bíblia, que gera muitos debates teológicos e doutrinários também.

A desigualdade de recompensas e castigos nesta vida tem despertado em todos os homens a idéia de um juízo vindouro, e isso por causa da justiça de Deus.

Há várias passagens bíblicas que nos dão uma certa idéia da existência do juízo final como Eclesiastes 12:14; Atos 17:31; Mateus 12:36-37; João 5:26-29; Romanos 2:1-16; 2 Timóteo 4:1; Apocalipse 20:11-15 e muitas outras passagens.

Quem quiser negar a realidade do Juízo Final, estará também negando as escrituras.

O grande juiz será Jesus Cristo, o mais idôneo para julgar (Genesis 18:25 – 2 Pedro 3:12). Temos a crença que Deus julgará a terra, sendo que Jesus é Deus, não há contradição nisto.

Perante o tribunal de Cristo, todos os homens serão reunidos – toda raça de Adão (Romanos 14:10 e 2 Coríntios 5:10). Ele também julgará os anjos caídos – os demônios (2 Pedro 2:4 e Judas 6).

Cada um (humano) será julgado de acordo com os padrões da dispensação sob a qual viveu (Romanos 2:11-16).

A sentença será justa e imparcial. Cada um será julgado pela luz que recebeu e o uso que fez dela. Os que tiveram mais conhecimento e oportunidades de fazer muito mais que os outros, receberão uma sentença mais severa.

Todos os segredos serão descobertos, palavras, pensamentos e obras (Eclesiastes 12:14). Porém os que passaram pela cruz, pelo perdão de Cristo, terão suas obras más desconsideradas (Apocalipse 1:5).

Este juízo final será público, todos os grandes e pequenos estarão nele.

Como resultado de tudo isto, dar-se-á o final de todas as dispensações. A trombeta que reunirá toda raça humana perante o tribunal será a última (1 Coríntios 15:52).

As recompensas serão eternas e aplicadas aos justos e aos ímpios conforme as obras de cada um. A bíblia ensina que haverá separação entre os justos e os ímpios (Mateus 13:25). Eles serão direcionados a moradas diferentes. O lugar e o estado dos justos no mundo futuro é o Céu e os ímpios, bem vocês já sabem.


Que Deus vos guarde até este dia.

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Sinais no céu e o cumprimento das profecias

A ressurreição do corpo na visão bíblica.
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O que a bíblia fala sobre "arrebatamento"?
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Como é a situação de quem morreu salvo e o de quem morreu sem Deus.
http://templojovemvirtual.blogspot.com.br/2011/12/vida-apos-morte-qual-e-situacao-do-que.html

Purgatório, existe ou não?
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O Fim dos tempos - Arrebatamento
http://templojovemvirtual.blogspot.com/2011/04/o-fim-dos-tempos.html

O fim dos tempos II (a era após o arrebatamento)
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Testemunho de Nick Vujicic, na Igreja Batista da Lagoinha - Belo Horizonte - MG. O homem que nasceu sem braços e pernas.


Pregação e testemunho deste homem que tinha tudo para ser um revoltado contra Deus e no entanto, dá uma demonstração de rendição e visão do projeto de Deus.

Pregação realizada na IBL em Belo Horizonte - MG.

Acesse nosso canal no YouTube e veja outras entrevistas, vídeos musicais e pregações no link abaixo


Que Deus vos abençoe.

domingo, 20 de outubro de 2013

Religião x religiosidade


Percebo em muitos casos pessoas lutando contra a religião, principalmente contra a palavra.

Falar em religião parece algo ruim, tornando-se pejorativo falar que tem uma.

Porém, religião não é ruim, é bom!

A palavra religião tem o significado de “religação com Deus”, uma conexão com o divino. Inclusive, religião é utilizada na bíblia (Tiago 1:27) com sendo algo a se ter.

Ao meu ver, o problema não está, no real sentido, na palavra religião, mas sim em religiosidade.

A religiosidade é a real prática que devemos evitar, sendo que a palavra religião é que está “pagando o pato”.

Religiosidade é o que engessa o crente, pois cria certos rituais, regras e rotina que tendem a afastar de Deus.

Ela traz uma idéia fixa e definitiva de como Deus age, não dando liberdade para Deus mover na vida desta que é religiosa.

É difícil de se argumentar com pessoas que estão com a mente cauterizadas por um espírito religioso.

Vemos isto nos evangelhos e em todo novo testamento, ao lermos como era o comportamento dos religiosos (fariseus, saduceus, sacerdotes, doutores da lei, escribas) com Jesus, que tinha a religião, mas o religiosos tinham e faziam de tudo para rejeitar o novo, um novo mover de Deus.

Deus é um ser de multiforme graça, se pegarmos toda a bíblia, veremos que em cada geração houve um mover diferente, cada profeta teve sua peculiaridade.

Em Mateus 9:14-17 e nos evangelhos de Marcos e Lucas, vemos as palavras de Cristo que não se pode colocar vinho novo em odres velhos, em outras palavras, quem não está preparado para as novidades de Deus, rejeitará a liberdade que o Espírito Santo está ministrando, mostrando o malefício que a religiosidade traz.

Assim, o problema não está na religião, e sim na religiosidade, que não vem de Deus, mas dos homens.


Que Deus vos abençoe.

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domingo, 13 de outubro de 2013

Honra, um quesito importantíssimo na comunhão com Deus


Em Marcos 6:1-6 vemos uma passagem de Cristo por sua terra onde fora criado, estando ali, deparou-se com uma situação de desprezo a sua pessoa, não sendo honrado, não pode também fazer ali muitas maravilhas.

É importante frisar que, assim como aquele povo de Nazaré, muitos crentes não sabem o conceito de honrar a Deus, e seguem os mesmos passos do povo de Nazaré, e assim como este povo, o resultado por desonrar a Deus é a retenção do seu poder e suas bênçãos sobre nossas vidas.

Em toda bíblia vemos este quesito implícito, tudo deve ser para HONRA de Deus.

Mas enfim, o que é honra?

A honra nesta temática bíblica e até mesmo na língua original, tem o sentido de “valor”, “algo preciso”.

Não são poucas as situações em que vejo crentes não dando o valor à presença de Deus quando oram, cantam, escutam a palavra.

Desonramos a presença do Senhor no nosso meio, principalmente com nossas atitudes.

O povo de Nazaré tratou Jesus como uma pessoa comum, e da mesma forma fazemos isto com Deus, tratamos sua palavra, sua presença como sendo algo comum, o temor é perdido, não há respeito.

Creio que assim como é na igreja em que congrego, o é em muitas outras. Vejo pessoas andando, conversando, completamente alheias ao louvor ou a palavra no momento do culto, parecendo que estão num mercado e depois vem me perguntar, por que Deus não tem operado em minha vida?

Jesus não pode operar milagres em Nazaré porque foi IMPEDIDO, assim também é conosco, nosso comportamento, não dando honra a Deus o impede de operar em nosso meio.

A bíblia não fala que pela incredulidade deles Jesus “não quis”, mas “não pode”, ou seja, tal atitude impede o mover de Deus, ele quer nos abençoar, porém quando não sabemos o que é honra, criamos um muro de contenção às promessas do Senhor em nossas vidas.


Que Deus vos abençoe.

(trecho da pregação realizada em 12/10/2013 no Templo Jovem)

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domingo, 6 de outubro de 2013

Santidade x legalismo


Sabemos que a palavra santidade traz um significado de “separação para Deus”, ou seja, estando no mundo não somos do mundo, temos uma aliança com o mundo de Deus (reino) que em breve estaremos nele.

Porém muitas pessoas confundem santidade com legalismo.

Veja bem, legalismo vem de lei, regra, neste caso, uma imposição, sendo que santidade não se trata de uma imposição, mas uma conduta, um estilo, um modo de vida que é praticado não por imposição, mas por querer, como se fosse um costume.

De fato, existem na igreja pessoas não santificadas, mas sim legalistas e trazem muitos malefícios a igreja, principalmente aos novos convertidos.

Existem pessoas na igreja que pegam o que chamo de “síndrome de santidade”, são os “santíssimos”.

São os “rangers” da igreja. Este termo é utilizado como se fosse uma patrulha, uma polícia, que estão lá para achar os erros nos outros.

Não estão para ajudar, e sim para expor, humilhar.

Quererem ser doutrinadores, mas não nos moldes bíblicos e sim farisaicos, trazem (fazendo) leis e costumes que a bíblia não mencionam, trazendo encargos e cargas pesadas para as pessoas, até o ponto em que estes se cansam de servir a Deus.

Estas pessoas que sofrem este assédio dos “santíssimos”, muitos saem deste tipo de igreja e procuram uma mais condizente com a palavra de Deus, isto porém, não quer dizer que nesta outra igreja não terá um ou outro “santíssimo” (em todas as igrejas sempre tem  a galera do legalismo).

O pior é quando a pessoa nem procura outra igreja, e sim volta para o mundo por achar que nunca irá conseguir servir a Deus, pois os legalistas mostram um evangelho “xiita”, cheio de condenações e imposições terríveis.

Por fim, quero dizer para você caro leitor, se servir a Deus tem sido um peso em sua vida, você é um legalista ou está recebendo um evangelho de legalistas, pois, servir a Deus não pode ser um peso.

É claro, que o evangelho tem a cruz para carregarmos, mas aquele que está em Cristo dá conta, ele é nova criatura e o pecado não é mais uma fonte de desejo incontrolável, e sim algo ruim, sendo o pecado um acidente, e não uma ocasião comum.


Que Deus vos abençoe, siga em santificação, o tempo de legalismo, ficou para trás.

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